Digital ***Rádio e Tv: Julho 2017
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A desigualdade “racial” nas eleições brasileiras.


Em 2014, enquanto a parcela autoclassificada como "negra" somava mais de 53% da população, os "negros" constituíram menos de 25% dos políticos eleitos (foto: Wikimedia Commons)

Mesmo em sistemas eleitorais competitivos e relativamente inclusivos, nos quais a clivagem do eleitorado no que se refere a "raça" não é tão forte, a democracia formal pode conviver com desigualdades persistentes em termos de representação política, privilegiando candidatos "brancos" em detrimento de "não brancos", e configurando aquilo que, em sociologia, recebeu o nome de "pigmentocracia".

Esta foi a conclusão de um estudo conduzido pelos cientistas políticos Natália Salgado Bueno e Thad Dunning e apresentado na "Escola São Paulo de Ciência Avançada em Metodologia em Ciências Humanas", realizada na Universidade Estadual de Campinas, com apoio da FAPESP.

Bueno bacharelou-se em Ciências Sociais na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG); fez seu mestrado na Universidade de São Paulo (USP), com apoio da FAPESP; e está concluindo seu doutorado na Yale University, nos Estados Unidos.

O estudo em pauta, apoiado por Yale, foi objeto do artigo "Race, Resources, and Representation: Evidence from Brazilian Politicians", publicado por Bueno e seu orientador, Thad Dunning, na revista World Politics.

"A disparidade racial entre cidadãos e seus representantes é especialmente notável na América Latina, onde narrativas sobre a 'democracia racial' celebram a harmonia étnica, a integração e a miscigenação. Mesmo que haja boas razões para sermos céticos em relação a esses relatos – muitos deles ratificam o poder da minoria branca enquanto mascaram o racismo –, os estudiosos apontam a falta de fortes limites sociais baseados em 'raça'. Mas, no Brasil, onde a maioria da população se autoidentifica como 'negra' ('preta' ou 'parda'), os políticos em muitos níveis do governo são desproporcionalmente 'brancos'", escreveram Bueno e Dunning em seu artigo.

Em 2014, enquanto a parcela que se autoclassificava como "negra" ("preta" ou "parda") somava mais de 53% da população, os "negros" compunham menos de 25% dos políticos eleitos em todo o território nacional para os cargos de governador, senador, deputado federal e deputado estadual [Os dados sobre a população são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), do IBGE, e as informações sobre os políticos eleitos, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE)]. "Nosso estudo procurou investigar as causas dessa discrepância de atributos de 'raça' e 'cor' entre os eleitores e os eleitos", disse Bueno à Agência FAPESP.

O estudo utilizou dados das eleições de 2008, 2010 e 2014. Como apenas nas eleições de 2014 o TSE passou a coletar as autoclassificações dos candidatos em relação a "raça" e "cor", uma primeira dificuldade da pesquisa foi obter esse dado nas eleições anteriores, considerando que "raça" e "cor" são construções sociais e não determinações biológicas. "Para identificar os candidatos 'negros' nas eleições de 2008 e 2010, o que fizemos foi recorrer à chamada 'alterclassificação' ou 'classificação por outro'. Para isso, distribuímos fotos de cerca de 5.500 políticos a aproximadamente 1.000 classificadores, e cada foto foi classificada em média três vezes", informou a pesquisadora.

Quando contabilizou o conjunto dos candidatos, isto é, os eleitos e os não eleitos, Bueno verificou que a discrepância dos não eleitos era menor do que a esperada. Ao contrário do que acontece na distribuição dos candidatos por gênero, em que as mulheres já competem em porcentagem muito menor do que os homens, a porcentagem dos negros entre os candidatos não é tão diferente daquela registrada no conjunto da população. O problema se evidencia após a proclamação dos resultados. "A discrepância ocorre entre quem ganha e não entre quem concorre", resumiu.

A pesquisadora tratou, então, de investigar as causas da sobrerrepresentação dos "brancos" e da sub-representação dos "não brancos" entre os eleitos. E procurou considerar três hipóteses plausíveis. A primeira possibilidade testada foi uma eventual preferência dos eleitores por candidatos "brancos".

"A verificação dessa hipótese é muito difícil, porque as diferenças entre candidatos 'brancos' e 'não brancos' não se resume à cor. Eles são diferentes sob vários aspectos: recursos de campanha, acesso aos diferentes partidos etc. Como separar uma coisa da outra e atribuir um comportamento do eleitor à 'cor' do candidato e não a outras variáveis associadas à cor?", ponderou Bueno.

"Nossa estratégia foi fazer uma enquete domiciliar com 1.200 pessoas das cidades de Salvador e Rio de Janeiro. Preparamos vídeos com 16 atores, oito 'brancos' (quatro representando candidatos ricos e quatro representando candidatos pobres) e oito 'negros' (quatro representando candidatos ricos e quatro representando candidatos pobres). O conteúdo das falas era o mesmo, no estilo daquela utilizada durante o horário eleitoral gratuito. E a identificação de 'riqueza' ou 'pobreza' podia ser feita por meio das roupas e do tipo de discurso.

Esses vídeos foram apresentados de maneira aleatória aos 1.200 entrevistados. E lhes foram feitas várias perguntas sobre o que achavam, em escalas de um a sete, dos supostos candidatos. Até para nossa surpresa, não houve diferença significativa nas escolhas dos entrevistados com relação à 'cor' do candidato. E uma diferença muito pequena a favor dos 'candidatos' ricos."

Mais contribuição às campanhas de brancos

Descartada, como causa principal, a eventual preferência do eleitorado por candidatos "brancos", o estudo investigou uma segunda hipótese: se houvesse uma abertura maior do sistema eleitoral para o ingresso de candidatos, poderia ser reduzido o hiato entre eleitos "brancos" e "não brancos"?

No Brasil, municípios com até 200 mil eleitores registrados não têm segundo turno. E municípios com mais de 200 mil eleitores registrados têm. Se forem considerados os municípios logo abaixo e logo acima dessa linha de corte, qualquer diferença no comportamento do eleitorado dependerá muito mais do fato de haver ou não o segundo turno do que de qualquer outro fator. A literatura especializada mostra que, quando a eleição ocorre em dois turnos, o número de candidatos tende a ser maior no primeiro turno. A eleição em um turno só restringe as candidaturas.

"Se a desvantagem em relação aos candidatos 'negros' fosse simplesmente uma barreira no acesso à candidatura, os municípios com a possibilidade de dois turnos deveriam apresentar uma proporção significativamente maior de candidatos 'não brancos'. Mas os dados levantados não confirmaram essa possibilidade", afirmou Bueno.

A pesquisadora partiu, então, para a terceira hipótese: a de que a discrepância na proporção dos eleitos em relação aos eleitores deveria ser creditada aos recursos dos candidatos – tanto os recursos pessoais declarados quanto os recursos de campanha declarados. E verificou – "o que não foi nenhuma surpresa" – que os candidatos brancos possuíam quantidades muito maiores de dinheiro.

"Em duas eleições mencionadas (2008 e 2010), e para todos os cargos considerados, a diferença entre os bens pessoais declarados por candidatos 'brancos' e 'não brancos' foi, em média, de R$ 730 mil", informou Bueno. "Ao mesmo tempo, verificamos que os vencedores eram, em média, R$ 740 mil mais ricos do que os perdedores – o que constitui uma evidência de que os recursos pessoais estão associados aos resultados das eleições", prosseguiu.

A pesquisa mostrou que os candidatos "brancos" também receberam muito mais contribuições de campanha. "Em média, os candidatos 'brancos' eram cerca de três vezes mais ricos do que os 'não brancos' e receberam cerca de quatro vezes mais em doações", escreveram Bueno e Dunning em seu artigo.

"Os dados que levantamos não me permitem afirmar isto de forma categórica, então não sabemos se os candidatos 'negros', dispondo de maiores recursos financeiros, teriam sua chance de serem eleitos significativamente aumentada. Os dados sugerem que sim, mas não temos como ainda saber com o tipo de pesquisa que fizemos. De modo geral, o que encontramos, e podemos dizer com segurança, é que pode haver uma desigualdade 'racial' na representação política mesmo na ausência de preferências fortes do eleitorado em relação a candidatos 'brancos', e mesmo na ausência de barreiras muito grandes à entrada de candidatos 'negros' nas eleições", sintetizou Bueno.

O estudo não mostrou uma tendência de os eleitores "brancos" votarem mais em candidatos "brancos", e os eleitores "negros" votarem mais em candidatos "negros".

Uma outra pesquisa, conduzida por Rosario Aguilar [do Centro de Investigación y Docencia Económicas (Cide), da Cidade do México] e colaboradores e publicada na Latin American Research Review, chegou a resultado diferente em relação a este subtema. Investigando o município de São Paulo, em outro recorte temporal, mas também com metodologia experimental, Aguilar e colaboradores concluíram que, quanto maior o número de candidatos, maior a probabilidade de a "raça" virar um fator relevante para a conduta dos eleitores. Em uma eleição com poucos candidatos, preferências em relação à "raça" importariam pouco. Mas, em uma eleição com muitos candidatos, a "raça" se transformaria em uma espécie de atalho informacional para os eleitores no qual eleitores prefeririam candidatos que são do seu mesmo "grupo racial".

"Nosso estudo chega a conclusões diferentes. O próximo passo será replicar a nossa pesquisa, com algumas modificações, para testar se o padrão que detectamos se confirma ou não. Também queremos investigar se existe algum padrão nas doações de campanha que favoreça os candidatos 'brancos' em detrimento dos 'não brancos'. Estamos começando a pensar nisso de forma sistemática agora", anunciou Bueno.

De qualquer modo, os resultados já obtidos permitem concluir que os recursos financeiros estão fortemente associados à vitória eleitoral e que os candidatos 'brancos' entram na disputa com muito mais recursos para concorrer.

Tal conclusão é coerente com dados da PNAD que mostraram que, a despeito de os "negros" comporem atualmente mais de 53% da população brasileira, sua participação na parcela mais rica do país é apenas pouco maior do que 17%. E cai para alguns décimos acima de 12% quando se considera o estrato superior dessa faixa de renda, correspondente às pessoas que, na época do levantamento, em 2014, tinham uma renda média de R$ 11,6 mil.

Isso significa que, mesmo se o Brasil não estivesse passando por uma grave crise política, mesmo se as instituições estivessem funcionando sem nenhuma anormalidade, ainda assim a democracia brasileira seria fortemente impactada pela herança de um passado escravista, que, transcorridos 129 anos desde a abolição, continua longe de ter sido superado.


José Tadeu Arantes | Agência FAPESP

São Paulo pode servir de modelo para soluções em cidades inteligentes.


Escola São Paulo de Ciência Avançada reúne estudantes de 14 países para buscar soluções e melhoria na qualidade de vida em regiões em desenvolvimento (foto: Wikimedia Commons)

 Visualizar cidades na forma de dados e pensar no uso da Ciência da Computação em iniciativas para melhorar a qualidade de vida nos centros urbanos. Isso é parte do que 150 estudantes de pós-graduação de diversas partes do mundo estão fazendo até o dia 4 de agosto na Escola São Paulo de Ciência Avançada em Cidades Inteligentes, organizada pelo Instituto de Matemática e Estatística da Universidade de São Paulo (IME-USP).

"Cidades inteligentes é um assunto interdisciplinar que envolve não apenas as ciências da computação, como também urbanismo, biologia, direito, todas as áreas. O foco da Escola é pensar como nós, cientistas da computação, podemos lidar e disponibilizar dados para que, junto com as outras áreas, seja possível resolver os problemas das cidades", disse Alfredo Goldman, coordenador do evento, à Agência FAPESP. A Escola é apoiada pela FAPESP por meio da modalidade Escola São Paulo de Ciência Avançada (ESPCA).

O programa reúne especialistas em áreas como redes móveis, internet das coisas, sustentabilidade, visualização, simulação em grande escala, inovação, privacidade, aprendizado de máquina, big data e frameworks de software, todos com sólida formação em Ciência da Computação. Os 10 cursos estão sendo realizados no auditório da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, na Cidade Universitária, em São Paulo.

"Avançar no estudo de cidades inteligentes é uma grande oportunidade para fazer pesquisa com impacto positivo na vida de milhões de pessoas em todo o planeta", disse Fabio Kon, coordenador adjunto de Pesquisa para Inovação da FAPESP e um dos professores da Escola.

A procura pela Escola São Paulo de Ciência Avançada em Cidades Inteligentes foi tanta que, além das 75 vagas disponíveis para estudantes com despesas de manutenção financiadas pela FAPESP, outros 75 estudantes se inscreveram bancando os próprios custos.

A ESPCA é um programa especial da FAPESP que visa estabelecer, no Estado de São Paulo, um polo competitivo mundialmente para pesquisadores talentosos. A FAPESP já financiou mais de 50 escolas, que contaram com a participação de pesquisadores e estudantes de vários países.

Amplo alcance

Mais da metade da população mundial vive hoje em cidades e, em 2050, o índice deve saltar para 75%. Goldman conta que o objetivo de reunir pesquisadores nestas duas semanas está em usar a computação para conseguir criar soluções que sejam reprodutíveis em todas as cidades.

"Hoje, vemos que só pelo fato de as cidades serem diferentes, com características diferentes, os modelos não se adaptam. Acreditamos que a Ciência da Computação possa mudar isso", disse.

A estudante da Universidade da Califórnia em Berkeley, nos Estados Unidos, Kalyanaraman Shankari, acha que um dos pontos principais da Escola São Paulo de Ciência Avançada em Cidades Inteligentes está no fato de se pensar em soluções para cidades em todo o mundo.

"Quase todos os aplicativos relacionados a cidades inteligentes são feitos por e para pessoas de 20 e poucos anos do Vale do Silício. O problema é que isso não significa nada para a maioria da população mundial. Por isso vim para esta Escola em São Paulo. Acredito que a interação com pesquisadores de outros países possa render soluções mais amplas para todos os lugares", disse.

Kon concorda com a estudante. "Os exemplos de soluções em cidades inteligentes que temos hoje são quase sempre de Amsterdã, Paris ou do Vale do Silício, que já são bons locais para se morar. Acontece que a maior parte da população vive em grandes cidades em países em desenvolvimento. Temos que focar nos 95% da população nas cidades do mundo real que enfrentam problemas com transportes, habitação, saúde, educação", disse.

Para ele, na maioria das soluções existentes há uma falta de visão global, gerando processos que otimizam o local, não o global. "E é assim que cientistas de computação podem aumentar a qualidade de vida das pessoas, otimizando o uso dos recursos da cidade por meio de algoritmos que têm uma visão do todo, possibilitando também o planejamento baseado em dados", disse Kon.

INCT da Internet do Futuro para Cidades Inteligentes

A ideia de realizar a Escola em Cidades Inteligentes surgiu como um desdobramento do projeto que reúne 48 pesquisadores em nove universidades brasileiras no estudo sobre o tema. Criado no ano passado, o INCT da Internet do Futuro para Cidades Inteligentes tem realizado estudos e publicado artigos apresentando soluções que estão sendo testadas no Brasil e que podem ganhar escala global.

O projeto, coordenado por Fabio Kon, é um dos 33 Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia do Brasil financiados por parcerias entre instituições federais – Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) – e a FAPESP.

"Acredito que São Paulo se mostra como uma cidade boa para fazer testes de modelos e soluções em cidades inteligentes. É uma cidade que se adapta a mudanças e soluções de forma muito rápida", disse Goldman. Entre as pesquisas realizadas pelo projeto estão aplicativos e análise de dados sobre transporte, atraso de ônibus, dados de saúde e privacidade de dados.

"Qual o nível de privacidade a população quer? Hoje, basicamente tudo é permitido com o sistema de celular. Com a internet das coisas, teremos outros dispositivos que vão monitorar muito mais que o celular. Temos um grupo estudando como vamos validar as permissões e permitir o controle de dados. Isso é importante, pois quando se fala de privacidade, fala-se em liberdade também. É preciso decidir até que ponto queremos a facilidade e até que ponto, a privacidade", disse Goldman.

Outro grupo do projeto está investigando como melhorar as redes veiculares (redes acessíveis em carros).

"Em um sistema de monitoramento de trânsito, por exemplo, os carros passam muito rápido uns pelos outros, o que faz com que o tempo não seja suficiente para fazer com que a informação vá e volte da nuvem. Uma forma que estamos estudando de melhorar isso é, em vez de mandar para a nuvem, usar uma espécie de roteador, tornando o sistema mais rápido, mais eficiente e sem erro", disse o professor do IME-USP.

De acordo com Goldman, o INCT está aplicando o conceito de usar computação para tornar as cidades melhores para se viver.

"O projeto deve servir como alavanca para conseguir outros financiamentos e aumentar a visibilidade e a pesquisa que pode ser feita em cidades inteligentes. Na ESPCA pudemos, além de trazer pessoas ligadas ao projeto – principalmente estudantes –, também aumentar a visibilidade de uma maneira enorme para o mundo inteiro", disse Goldman.

Maria Fernanda Ziegler | Agência FAPESP

Cursos gratuitos a distância.

Imagem: Divulgação

O SENAI oferece cursos gratuitos a distância tanto para quem quer entrar no mundo do trabalho, para o desenvolvimento de capacidades, como para quem já está trabalhando, para atualização de conhecimentos.

Cada curso gratuito de educação a distância é ofertado de duas maneiras:

  • Totalmente online: dessa forma os alunos têm acesso às informações apenas pelo computador
  • Livro impresso: o aluno recebe um livro com uma ficha de perguntas para sua avaliação.



Confira a lista com os cursos de educação a distância oferecidos de graça:

EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Descrição: tem como objetivo entender as questões fundamentais sobre meio ambiente, os conceitos e definições, analisando os problemas atuais e as perspectivas futuras para essa área, que a cada dia se desenvolve e evolui mais.

Carga horária: 14 horas

EMPREENDEDORISMO
Descrição: o curso apresenta características fundamentais para se tornar um empreendedor e a conquistar maior espaço em um mundo cada dia mais competitivo. Você vai aprender conceitos de liderança, ética e postura profissional; Criatividade, pró-atividade e raciocínio lógico, comunicação, além de trabalho em equipe e negociação, reconhecendo a importância do autodesenvolvimento.

Carga horária: 14 horas


LEGISLAÇÃO TRABALHISTA
Descrição: o curso identifica os dispositivos legais que regulamentam as relações de trabalho, esclarecendo os direitos do empregado e empregador. Você aprenderá sobre a importância do trabalho como direito social e a organização social do trabalho, tipos de trabalhadores e formas de contratação, elementos de contratação de empregado.

Carga horária: 14 horas

SEGURANÇA NO TRABALHO
Descrição: Aprenda a desenvolver uma visão crítica quanto a riscos presentes no ambiente de trabalho e previna acidentes ao lidar da forma correta com questões como segurança, saúde e meio ambiente. O curso apresenta as questões relativas à Segurança, Meio Ambiente e Saúde de modo a possibilitar uma visão crítica dos riscos e perigos existentes no mundo do trabalho.

Carga horária: 14 horas

TI E COMUNICAÇÃO
Descrição: A cada dia, novos processos informatizados e sistemas de comunicação invadem as empresas. Ingresse nesse universo com os conhecimentos mais atualizados. O curso apresenta quais os processos de TIC são utilizados no cotidiano profissional e qual a sua relevância na carreira  do jovem que ingressa no mercado de trabalho.

Carga horária: 14 horas

PROPRIEDADE INTELECTUAL
Descrição: O curso ajudará você a identificar a importância da Propriedade Intelectual e dos benefícios da proteção dos produtos derivados da criatividade e da inovação. As aulas virtuais abordarão temas como: produtos falsos e verdadeiros: problemas e vantagens; patentes, segredo Industrial e violação de patentes; riscos para o computador no uso de cópias não autorizadas de programas e uso de marcas.

Carga horária: 14 horas


COMO SE INSCREVER


Para saber quais cursos são oferecidos no seu estado ou DF, vá até a página Busque seu curso, e procure o curso que mais combina com você.


Por: Flavia Loureiro


Assistam, porque este é da leste... de São Miguel Paulista... "Um Salve Doutor".


Andrio Candido - 7º Prêmio Criando Asas 2013 (Roteiro)

O Sesc São Paulo convida jovens artistas para participar da seleção de artistas para a 28ª Mostra de Arte da Juventude.



SESC Ribeirão Preto
Inscrições de 17 a 31 de julho de 2017
Exposição de out/2017 a jan/2018


Criada em 1989 no Sesc Ribeirão Preto, a Mostra de Arte da Juventude surgiu com o objetivo de estimular a produção de jovens artistas. Desde a primeira edição, a receptividade obtida fomentou sua continuidade e, de forma significativa, ampliou seu alcance. Assim, a partir da esfera municipal, tornou-se regional e, posteriormente, estadual.

Hoje, a Mostra é um dos mais importantes projetos de incentivo à produção artística emergente no interior paulista. Reconhecida como um lugar de discussão sobre artes, destinado a jovens entre 15 e 30 anos, por meio da realização de exposições, oficinas e bate-papos. Ela possibilita o acompanhamento, a orientação e o fomento para novas produções a artistas em início de pesquisa e de carreira, valorizando possíveis trocas entre os participantes e enfatizando seu caráter educativo.

Com a proposta de realização contínua, o Sesc celebra e cultiva traços latentes da criação, compartilhando o frescor da produção de jovens artistas e possibilitando o acesso aos bens culturais. Dessa forma, a instituição mantém a consonância com seus desígnios e revigora seus valores, viabilizando a formação de novos públicos para as artes visuais e diversificando as experiências no campo da fruição artística.





Crédito da imagem: Aline Moreno (Campinas SP) "Sem Título", 2017.



CARTA ABERTA DO FAS-SP A CIDADE DE SÃO PAULO



A CARTA ABERTA DEVE SER ESPALHADA EM TODOS OS CANTOS DA CIDADE !

SEJA DE FORMA FÍSICA E DIGITAL. MANDE AO SEU VEREADOR , AUTORIDADES QUE CONHEÇAM , PARENTES AMIGOS.

SE POSSÍVEL IMPRIMIR E PANFLETAR NAS COMUNIDADES ONDE ESTAMOS ATUANDO .

NOS AJUDE A DEFENDER A ASSISTÊNCIA SOCIAL SUA ADESÃO É FUNDAMENTAL !!



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Pesquisa revela como o exercício físico protege o coração.


Por meio de experimentos com ratos e células, grupo do ICB-USP mostrou que treinamento físico aeróbico reativa um sistema que ajuda a livrar as células cardíacas de mitocôndrias disfuncionais (foto: Wikmedia Commons)


A prática regular de atividade física tem se firmado como uma importante forma de tratamento para a insuficiência cardíaca – doença caracterizada pela incapacidade do coração de bombear sangue adequadamente.

Os benefícios vão desde prevenir a caquexia – perda severa de peso e massa muscular – até o controle da pressão arterial, a melhora da função cardíaca e o retardo do processo degenerativo que causa a morte progressiva das células do coração e leva à morte 70% dos afetados pela doença nos primeiros cinco anos.

Um estudo da Universidade de São Paulo (USP), publicado na revista Autophagy, ajuda a elucidar parte dos mecanismos pelos quais o exercício aeróbico protege o coração doente.

""Basicamente, o que descobrimos é que o treinamento aeróbico facilita a remoção de mitocôndrias disfuncionais nas células cardíacas", contou Julio Cesar Batista Ferreira, professor do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB-USP) e coordenador do projeto.

As mitocôndrias são as organelas responsáveis por produzir energia para as células. "A remoção dessas organelas promove um aumento na oferta de ATP [adenosina trifosfato, molécula que armazena energia para a célula] e reduz a produção de moléculas tóxicas, como os radicais livres de oxigênio e os aldeídos reativos, que em excesso danificam as estruturas celulares", acrescentou.

Segundo o pesquisador, o objetivo da pesquisa no longo prazo é identificar alvos intracelulares que podem ser modulados por meio de fármacos para promover pelo menos parte dos benefícios cardíacos obtidos com a atividade física.

"Claro que não queremos criar a pílula do exercício, isso seria impossível, pois ele atua em muitos níveis e em todo o organismo. Mas talvez seja viável, por meio de um medicamento, mimetizar ou maximizar o efeito positivo da atividade física no coração", comentou Ferreira.

O trabalho de investigação vem sendo conduzido durante o mestrado e o doutorado de Juliane Cruz Campos, bolsista da FAPESP e orientanda de Ferreira.

Em uma pesquisa anterior, publicada na revista PLoS One, o grupo mostrou por meio de experimentos com ratos que o treinamento aeróbico reativa um complexo intracelular conhecido como proteassoma – principal responsável pela degradação de proteínas danificadas.

Os resultados mostraram ainda que, no coração de portadores de insuficiência cardíaca, a atividade desse sistema de limpeza diminui mais de 50% e, consequentemente, proteínas altamente reativas começam a se acumular no citoplasma, interagindo com outras estruturas e causando a morte das células cardíacas.

No trabalho recém-publicado, que foi destaque na capa da revista, o grupo revelou que a atividade física também regula a atividade de outro mecanismo de limpeza celular conhecido como sistema de autofagia – cuja descoberta rendeu o Nobel de Medicina ao cientista japonês Yoshinori Ohsumi, em 2016.

"Em vez de degradar proteínas isoladas, esse sistema cria uma vesícula [autofagossomo] em volta de organelas disfuncionais e transporta todo esse material de uma só vez até uma espécie de incinerador, o lisossomo. Lá dentro, existem enzimas que destroem o lixo celular. No entanto, observamos que no coração de ratos com insuficiência cardíaca esse fluxo autofágico está interrompido, o que faz com que mitocôndrias disfuncionais comecem a se aglomerar", explicou Ferreira.

De acordo com o pesquisador, a organela chega a se dividir, isolando a parte danificada para facilitar sua remoção. Isso foi possível constatar ao analisar a atividade de proteínas relacionadas com o processo de divisão mitocondrial. Porém, o sistema que deveria transportar o material rejeitado até o lisossomo não consegue completar a tarefa.

Experimentos

O modelo experimental usado foi o mesmo da pesquisa anterior, que consiste em amarrar uma das artérias coronárias do roedor para induzir um infarto no miocárdio. A falta de irrigação sanguínea causa a morte imediata de aproximadamente 30% das células cardíacas. Após um mês, o animal já apresenta sinais de insuficiência no órgão.

Ao analisar o tecido do coração doente por meio de microscopia eletrônica, capaz de aumentar a imagem em até 3 mil vezes, os pesquisadores notaram que nas células havia uma grande quantidade de mitocôndrias de tamanho reduzido e aglomeradas – algo que não foi observado no coração de animais sadios.

Essas organelas foram colocadas em um equipamento capaz de medir o consumo de oxigênio e, assim, avaliar o metabolismo mitocondrial. O teste confirmou que não estavam respirando como deveriam.

"As imagens mostravam que havia membranas tentando se formar em volta dessas pequenas mitocôndrias, mas o autofagossomo não chegava a envolver a organela de fato. Imaginamos então que elas estavam se acumulando porque o sistema de remoção não estava funcionado e, quando colocamos os animais para se exercitar, essas organelas disfuncionais desapareceram. O exercício restaurou o processo de remoção das mitocôndrias cardíacas disfuncionais. Os benefícios do exercício foram abolidos quando bloqueamos farmacologicamente ou geneticamente a autofagia", contou Ferreira.

O treinamento dos animais teve início quatro semanas após a indução do infarto, quando eles já apresentavam sinais de insuficiência. Os roedores eram colocados em uma esteira para correr a uma intensidade considerada moderada (70% da capacidade máxima de corrida), durante 60 minutos, uma vez ao dia, cinco vezes por semana, por oito semanas.

Ao final, os resultados eram comparados com o de animais com insuficiência que permaneceram sedentários pelo mesmo período e também com o de animais sadios (que não tiveram infarto induzido) e sedentários (controle).

"No animal doente que permaneceu sedentário, a função cardíaca ao longo das oito semanas caiu 30%, enquanto no grupo treinado ela aumentou 40% em relação à condição pré-treino. No fim, portanto, a diferença na função cardíaca nesses dois grupos foi de 70%", contou Ferreira.

Enquanto o coração dos ratos doentes sedentários estava em média 18% maior que o grupo-controle, o dos animais treinados aumentou apenas 5%.

"Vale lembrar que o exercício físico também induz um aumento no tamanho do coração, mas relacionado ao ganho de função. Já a dilatação causada pela insuficiência cardíaca está relacionada à perda de função no órgão", disse o pesquisador.

Já o nível de ATP dos animais doentes sedentários foi 50% menor que o do grupo-controle, enquanto nos animais treinados foi equivalente ao do coração saudável.

"Nossos resultados mostram, portanto, que a atividade física não só previne como também reverte os danos causados pela insuficiência cardíaca. Nossa hipótese é que o treinamento físico module a expressão e/ou atividade de uma ou mais proteínas-chave envolvidas no processo denominado "mitofagia", a autofagia mitocondrial, restaurando então sua atividade. É o que agora estamos tentando descobrir", comentou Ferreira.

De acordo com o pesquisador, quando identificados, esses genes e as proteínas por eles codificadas poderiam ser testados como alvos terapêuticos.

Um modelo mais simples

Como explicou o professor do ICB-USP, descobrir o impacto de cada gene/proteína nas adaptações cardíacas decorrentes da atividade física em um organismo complexo como o de mamíferos seria uma tarefa exaustiva – virtualmente impossível. Por esse motivo, nos trabalhos em andamento, o grupo tem usado como modelo vermes da espécie Caenorhabditis elegans.

"São organismos menos complexos, mas cujo genoma se assemelha ao humano em até 90% para algumas famílias de proteínas. Além disso, já existem ferramentas, como a genômica funcional, que permitem avaliar em larga escala a contribuição de cada gene na resposta adaptativa perante condições adversas. A idéia é caracterizar o impacto funcional dos genes envolvidos nos processos de divisão mitocondrial e mitofagia nas adaptações decorrentes do exercício físico", contou o pesquisador.

O desafio agora, disse Ferreira, é validar uma metodologia que permita colocar os vermes para treinar.

O artigo Exercise reestablishes autophagic flux and mitochondrial quality control in heart failure pode ser lido em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/28598232.


Karina Toledo | Agência FAPESP


São Miguel Paulista precisa de mais 20 postos de saúde, mas pode ganhar apenas 3.

Foto: Cesar Brustolin/ SMCS

Na última segunda-feira (10), o prefeito João Doria (PSDB) divulgou a versão final do Programa de Metas da sua gestão. Após a realização de 38 audiências públicas em abril, 5 metas, 5 projetos e 62 ações foram adicionadas ou alteradas. Entre aquelas alteradas está a que se refere à construção de 14 UBSs (Unidades Básicas de Saúde), sendo três delas na Prefeitura Regional de São Miguel Paulista. A quantia está longe de suprir ou diminuir a necessidade da região.

Segundo os dados mais recentes do Observatório Cidadão, em 2015, São Miguel tinha 16 UBSs para uma população de 358.222 habitantes. O Programa Cidades Sustentáveis, adequado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, elaborados pelas Nações Unidas, prevê que os governos garantam no mínimo uma UBS com Programa Saúde da Família para cada 10 mil habitantes. No caso de São Miguel Paulista, seria necessária a construção de pouco mais de 20 unidades se considerarmos a tendência de crescimento populacional dos últimos anos.

Além de São Miguel, outras regionais da zona leste poderão ser contempladas com novas UBSs nessa gestão: Penha (2), Cidade Tiradentes (1), Itaim Paulista (1), Sapopemba (1) e Vila Prudente (1). Butantã, na zona oeste, Jaçanã/ Tremembé e Pirituba, na zona norte, e Sé, no centro, completam as 14 unidades prometidas por Doria.

Para o pesquisador da Rede Nossa São Paulo, Américo Sampaio, essa quantia é muito tímida. "Se pensarmos que serão 14 UBSs em quatro anos, isso dá um pouco menos de 4 unidades por ano, o que não corresponde nem a 1% do total de UBSs que já temos na cidade, que é de pouco mais de 450. Então, a ampliação de investimento nessa área será por volta de 0,6% ao ano. É muito pouco", avalia.

Durante o governo Fernando Haddad (PT), entre 2013 e 2016, o ex-prefeito prometeu 43 Unidades Básicas de Saúde. Ao final de sua gestão, 12 foram concluídas e 15 estavam em obra.

Questionada pela reportagem, a Secretaria Municipal de Gestão do governo Doria afirmou em nota que as UBSs citadas na nova versão do Programa de Metas se referem às obras já iniciadas na gestão passada, por isso a redação da linha de ação estabelece a entrega de UBSs. "Isso reflete um compromisso da gestão com a continuidade das obras, otimizando recursos. Foi considerado o planejamento já construído na gestão passada e aprimorado, levando em consideração os estudos realizados pela Secretaria de Saúde neste ano. Além da entrega de 14 UBSs, o Projeto Amplia Saúde prevê ainda a reforma e/ou readequação de 150 UBSs, que correspondem a 1/3 do total".

 
Por: Rafael Carneiro, 32xSP

Participe da Assembleia Cidadã sobre a Descentralização do Orçamento da cidade de São Paulo



Confira como participar desse processo inovador que, no dia 5 de agosto, irá escolher uma proposta a ser encaminhada à Prefeitura e Câmara Municipal

Venha participar de uma experiência inovadora de democracia direta! Vamos testar novos mecanismos de tomada de decisão, menos vulneráveis à influência do poder econômico.

No dia 5 de agosto de 2017, a primeira Assembleia Cidadã de São Paulo discutirá e votará propostas sobre a descentralização do orçamento municipal. Antes da votação das propostas, os participantes poderão interagir com comentaristas e formar grupos de discussão para que, de forma coletiva, possam produzir propostas favoráveis à qualidade de vida na cidade.

A proposta mais votada será encaminhada à Prefeitura e à Câmara Municipal, de modo a pautar o processo de descentralização no governo municipal, fortalecendo o papel dos conselhos participativos.

Todas e todos podem participar! Venha construir propostas que possam mudar diretamente a sua vida na cidade!

Por que a descentralização do orçamento público é importante?

A descentralização do orçamento municipal é importante para a cidadania e a qualidade de vida na cidade, bem como para a redução das desigualdades. Com a descentralização dos recursos públicos é possível ter clareza da quantidade de dinheiro que a Prefeitura destina para cada área (saúde, educação, assistência social, cultura, esporte, etc.) em cada uma das Prefeituras Regionais e distritos.

Desta forma, conhecendo as regiões em que os recursos estão sendo destinados, pode-se garantir mais investimento para os territórios que mais precisam. Se os gastos públicos fossem descentralizados, o orçamento municipal seria mais transparente e mais próximo dos cidadãos, fortalecendo as Prefeituras Regionais e tornando os Conselhos Participativos grandes atores na fiscalização e na condução das despesas e investimentos municipais.

O que é a Assembleia Cidadã?

A Assembleia Cidadã de São Paulo é um projeto da Rede Nossa São Paulo em colaboração com Rodrigo Ochigame, doutorando em ciência, tecnologia e sociedade do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), e James Holston, professor de antropologia e diretor do Laboratório de Aplicativos Sociais da Universidade da Califórnia (Berkeley), que desenvolvem novos mecanismos de democracia direta e participação social.

Uma explicação detalhada do funcionamento da assembleia está disponível na página de metodologia.

Inscrição de propostas e comentaristas (até 21/07)

Formulário de proposta


Formulário de comentarista

Qualquer pessoa, grupo ou organização pode apresentar uma proposta relacionada ao tema, preenchendo o formulário de proposta até o dia 21 de julho. A proposta deve ser concreta, clara e detalhada.

Qualquer pessoa pode se candidatar a comentarista do tema, preenchendo o formulário de comentarista até o dia 21 de julho. O papel dos comentaristas é apresentar avaliações positivas e negativas dos méritos das propostas. Cada candidato deve informar quem é, o por quê da candidatura e o quê pretende argumentar.

Após o período de inscrições, haverá uma eleição aberta ao público para selecionar quatro propostas e oito comentaristas. No dia da assembleia, cada comentarista terá dez minutos para apresentar argumentos. Após as apresentações, os participantes discutirão e votarão as quatro propostas, selecionando uma proposta vencedora.

Para mais informações, consulte a página de metodologia ou contate Américo Sampaio pelo email americo@isps.org.br.

Serviço:

Primeira Assembleia Cidadã de São Paulo, que discutirá e votará propostas sobre a descentralização do orçamento municipal.

Data: dia 5 de agosto de 2017

Horário: das 13h às 17h

Local: Câmara Municipal de São Paulo, Salão Nobre (8º andar)

Endereço: Viaduto Jacareí, 100, Bela Vista, São Paulo - SP

Entrada aberta e gratuita

Por: Nossa São Paulo

Da periferia para o mundo apresentamos 'Poesias que escrevi com fome', do autor André D'Soares



Jovem talento literário que despontou na Internet, destacadamente no Facebook, é o paulistano André D'Soares, estreando em 2016 com um livro de contos (Cheiro de Mofo, Penalux).

Seu segundo livro, uma coletânea poética cuja irreverência já se estampa no título – "Poemas que escrevi com fome" –, tem conquistado, pela força crua de seus poemas, muitos leitores desde o seu lançamento em maio deste ano.


André é um escritor nascido e crescido na periferia da grande São Paulo, onde ainda vive em meio a inúmeras dificuldades. Neste ambiente muitas vezes hostil para quem sonha com literatura, o escritor extrai a matéria-prima para sua escrita, na qual destila um humor corrosivo e, por vezes, um senso de realidade que beira o pessimismo, como bem se vê nestes versos do poema "Inspiração" (p. 15-16): Longe da civilização, / Trancado num minúsculo quarto / Sob telhas velhas [...] / Usando o computador, tentei uma poesia. / Uma poesia capaz de sacudir o mundo [...] / Bati nas teclas na mesma proporção / Que a fome batia em minhas tripas; [...] / A inspiração não veio./ E a poesia que iria sacudir o mundo, nem a mim sacudiu. / Eu era mesmo uma farsa ou talvez, só Deus sabe, / A própria poesia, que era impossível de ser transcrita.


Sobre o livro, a jornalista e escritora Nanete Neves escreve na 4ª capa: "Poesia rude, sem técnica nem estética, que fala de amor, abandono, aponta injustiças, denuncia o machismo e os preconceitos, sofre com a indiferença, e prova que a palavra é a arma para virar o jogo. André D'Soares admite que escreve com o desespero daqueles cuja maior dificuldade para emergir na sociedade 'está na diferença de largada'. Essa diferença, o jovem poeta combate debochando com a hipocrisia ou denunciando os opressores, em versos que golpeiam o estômago e nos fazem refletir."

Título: Poesias que escrevi com fome

Autor: André D' Soares

Publicação: 2017

Tamanho: 14x21

 Páginas: 110



Iniciativas como essas da Editora Penalux não só dão voz e vez a jovens talentos, mas, sobretudo, quem sabe, tragam a eles uma perspectiva de um futuro melhor.



  André D' Soares


Seul – O regime da Coreia do Norte afirmou nesta terça-feira que testou com sucesso um míssil balístico intercontinental (ICBM), “capaz de alcançar qualquer parte do mundo”, segundo anúncio realizado através da emissora estatal “KCTV”.


Imagem: Reprodução - Coreia do Norte: se realmente se tratar de um míssil balístico intercontinental, o teste seria um grande avanço dentro do programa armamentístico norte-coreano (Kim Hong-Ji/Reuters)


A emissora afirmou que se trata de um míssil novo batizado como Hwasong-14 que alcançou uma altura máxima de 2.802 quilômetros e percorreu 933 quilômetros em 39 minutos.

No anúncio, realizado pela locutora Ri Chun-hee, responsável por dar as notícias mais importantes do regime, explicou que o líder norte-coreano, Kim Jong-un, deu pessoalmente a ordem para lançar o projétil.

"A República Popular Democrática da Coreia (nome oficial do país) tornou-se uma potência nuclear imponente com o mais poderoso dos ICBM capaz de atingir qualquer parte do mundo", disse a apresentadora.

Se for verdade, o teste seria um grande avanço dentro do programa armamentístico norte-coreano, que pretende desenvolver mísseis ICBM capazes de equipar bombas nucleares e alcançar o território americano.

Hoje, as autoridades da Coreia do Sul e Japão tinham anunciado que o Exército norte-coreano lançou um míssil por volta das 9h40 (21h40 de segunda-feira em Brasília) a partir da base aérea de Panghyon, na província de Pyongyang do Norte.

Embora dados sobre altura e distância percorrida pelo míssil tenham sido obtidos em conjunto pela inteligência militar americana, sul-coreana e japonesa, nenhum dos países confirmou se tratar de um ICBM.

O teste balístico norte-coreano, o primeiro desde 8 de junho, quando Pyongyang disparou um míssil de cruzeiro, ocorre logo depois de o novo presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, terem se reunido em Washington para conversar sobre a ameaça do regime de Kim Jong-un.

O CRIME PRATICADO POR UM DOS PROTAGONISTAS DA JUSTIÇA.


Imagem - Ilustração

Em junho de 2017, Rafael Braga Vieira, 25 anos, único incriminado nas manifestações de 2013 por porte de "artefato explosivo e inflamável", mais conhecido como uma garrafa de desinfetante Pinho Sol e uma garrafa de água sanitária, foi sentenciado a 11 anos e três meses de prisão por associação ao tráfico de drogas, após ser liberado previamente em prisão domiciliar junto a uma tornozeleira eletrônica.

Foi abordado por policiais enquanto caminhava à padaria e questionado pelas atividades criminosas no bairro, algo que os policiais entenderam que ele estava ligado, fazendo jus ao aparelho em seu tornozelo. Segundo Braga e uma testemunha ocular, o mesmo foi agredido pelos policiais juntamente implantando 0,6g de maconha e 9,4g de cocaína.

No cotidiano das periferias é comum os policiais abusarem de sua autoridade ao pensarem que são donos da justiça, porém, estão apenas a serviço dela. A corrupção em corporações vem se tornando cada vez mais presente, um exemplo atual é o que aconteceu em São Gonçalo, RJ, mais de 100 policiais do 7° BPM (Batalhão da Policia Militar) participavam de uma organização criminosa comandada pelos próprios policiais, onde contribuíam com tráfico de drogas e obrigava os traficantes a entregar-lhes propina para não interromper suas atividades, isto, em 50 das 100 comunidades de São Gonçalo.

Segundo o relatório da Anistia Internacional o Brasil  tem a polícia que mais mata no mundo. Em 2012, 56 mil pessoas morreram, já em 2014, 15% dos homicídios havia um policial responsável. Ainda sobre o relatório "As forças de segurança brasileiras com frequência usaram força excessiva ou desnecessária para suprimir manifestações. O número de homicídios cometido durante operações policiais permaneceu alto e essas mortes raramente foram investigadas; a falta de transparência geralmente impossibilitava que se calculasse o número exato de pessoas que morreram".

Derivado do excesso de violência policial, abuso de autoridade e o envolvimento em ações de cunho corrupto nas corporações, é fato a existência de consequências, como a falta de confiança da população no trabalho policial, já que estes são símbolos de justiça e deveriam ser íntegros e responsáveis no exercício do trabalho. O relatório da Anistia Internacional prevê uma solução para este tipo de crime, como: punições referentes ao abuso, investigações mais rígidas e profundas dentro da corporação e que deixem claro quando o uso da força pode ser justificado.

@IgorNascimentoSilva





Mais verba para educação hoje é desperdício, diz especialista - Para presidente do Instituto Alfa e Beto, Plano Nacional de Educação é inviável porque 'sua modelagem foi feita fora da realidade'.


João Batista: crítica à Constituição - Imagem: Alice Vergueiro/Jeduca

Um dos temas mais abordados em várias mesas no Congresso da Jeduca foi a necessidade de ampliar e melhorar a eficiência nos gastos educacionais. Numa delas, o presidente do Instituto Alfa e Beto, João Batista Araujo e Oliveira, defendeu o argumento de que "jogar mais dinheiro [na educação] é desperdiçar", diante da ineficiência do Estado brasileiro, que gasta dinheiro "com coisas desnecessárias", como declarou durante debate nesta quinta-feira (29), no 1º Congresso de Jornalismo de Educação, em São Paulo.

Entretanto, para o jornalista e mediador da mesa, Antônio Gois, "o Brasil ainda gasta pouco em relação às nações desenvolvidas", em referência aos dados do último Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes, na sigla em inglês). A avaliação mostra que o Brasil gasta por aluno 42% da média do investimento feito por estudante em países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), responsável pelo Pisa. Se no Brasil, o gasto por aluno é de US$ 38.190 ao longo de toda a educação básica, na média dos países da OCDE esse valor chega a US$ 90.294 por estudante.

Segundo o jornalista, existem diversos fatores relacionados ao acesso à rede de ensino que devem ser considerados na análise do retorno do investimento em educação e muitos deles não são captados pelos testes de aprendizagem. "Se considerarmos apenas a questão da aprendizagem, estamos deixando de fora o fato de que o jovem que está dentro da escola não está no tráfico, por exemplo", afirmou.
 
Plano Nacional de Educação

Doutor em Educação e ex-secretário-executivo do Ministério da Educação, João Batista acredita que o PNE (Plano Nacional de Educação) é inviável economicamente. No início deste ano o IDados, ligado ao Instituto Alfa e Beto, divulgou uma estimativa de que o PNE custaria aos cofres públicos cerca de 16,4% do PIB do Brasil por ano. Para Batista, "a modelagem [do PNE] foi feita fora da realidade".
 
O estudo diverge de outros realizados sobre o mesmo tema, como o da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, que aponta serem necessários 10% do PIB para a concretização do PNE. A divergência de resultados, para Batista, decorre das diferentes perguntas aplicadas por cada pesquisa.
 
Ainda sobre gastos públicos, João Batista afirmou não ser possível assegurar todos os direitos previstos na Constituição Federal de 1988. "Os gastos econômicos do Brasil em grande parte decorrem de uma Constituição que não pensou no custo."
 
Em palestra realizada na quarta-feira (28), o coordenador geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, criticou esse argumento. "Dizer que os direitos da Constituição não cabem no orçamento público significa dizer que o povo não cabe no orçamento."
 
Na mesa em que falou o professor João Batista, estava prevista a presença do pesquisador Luiz Araujo, ex-presidente do Inep e ex-secretário de Educação de Belém. Araújo, porém, não pôde comparecer.


Por - Beatriz Santoro
Do Repórter do Futuro

A pesquisa do Instituto Pró-Livro também mostrou que o estímulo, especialmente na infância, faz muita diferença para adquirir o gosto de ler. Para um terço dos entrevistados, alguém incentivou a leitura.

Você sabia que metade da população brasileira é considerada não leitora? O Brasil está em 59º lugar no teste de leitura do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa). A Câmara dos Deputados analisa duas propostas para mudar essa realidade. A leitura é o tema da reportagem especial desta semana.

Você pode ouvir a primeira parte desta reportagem no link a seguir

Leitura - os números sobre a leitura no Brasil - Bloco 1

Poucas pessoas sabem fazer críticas a chefes, colegas ou subordinados de forma eficiente. Veja os erros mais comuns — e o mais grave de todos eles.

Imagem: Reunião de feedback (Design Pics/Thinkstock)

São Paulo — Ninguém aprende na faculdade a dar feedbacks para chefes, colegas ou subordinados, embora essa seja uma tarefa que profissionais de qualquer área terão que enfrentar mais cedo ou mais tarde em suas carreiras.

Por esse motivo, é difícil encontrar pessoas que fazem críticas ou mesmo elogios no trabalho de forma eficiente. A maioria comenta o desempenho alheio de forma atrapalhada— o que pode gerar raiva e ressentimento na outra pessoa, e dificilmente leva à mudança de comportamento desejada.

É claro que o problema não existe apenas pela falta de aulas na escola sobre comunicação e relacionamento. Características individuais também têm peso para os resultados desse tipo de conversa, diz João Marcelo Furlan, CEO da consultoria Enora Leaders.

"Quando a pessoa tem baixa inteligência emocional, ela terá muito mais problemas para dar feedback, e também para receber", explica ele.

É uma falha grave: escutar críticas é fundamental para o crescimento de qualquer profissional. Além disso, quem consegue ouvir comentários alheios sobre si de forma tranquila tem mais facilidade para fazer o mesmo com os demais sem machucá-los. Sem surtar: O segredo para lidar com críticas no trabalho

Quando o feedback machuca (e como evitar isso)?

Segundo o psicoterapeuta Luiz Fernando Garcia, presidente da empresa de treinamento Cogni-MGR, um dos erros mais comuns é adotar um tom acusatório no seu comentário. Não se trata de gritar ou usar palavras fortes: basta começar a frase com palavras como "Você foi" ou "Você fez" para involuntariamente ligar um alerta de ameaça na cabeça do outro.

"Em vez de dizer 'você me desrespeitou', por exemplo, diga 'eu me senti desrespeitado'", explica Garcia. "Quando eu trago para mim a responsabilidade por aquela sensação, o outro se sente aliviado e acaba tendo uma escuta menos defensiva".

Outro erro frequente é fazer suposições com tom de verdade. O psicoterapeuta recomenda usar frases com tom hipotético, tais como "me ocorreram vários pensamentos, como…", "cheguei a pensar que você pudesse estar chateado com…" ou "imaginei que você talvez tenha pensado em tal coisa", por exemplo.

Esse tipo de afirmação, sem julgamento prévio, ajuda a desarmar o outro. Com isso, diz Garcia, você evita que o indivíduo seja controlado pela atividade cerebral das amígdalas, responsáveis por desencadear reações emocionais.

Segundo Furlan, também é perigoso dar feedback "a seco", sem preparar o outro para o que vem. "É importante você escolher um momento adequado, em privado, de preferência pessoalmente ou no máximo por telefone, e dizer: 'Agora vou te dar um feedback, tudo bem?'", explica. "É importante literalmente dizer a palavra 'feedback', ou a pessoa pode nem saber que aquilo está acontecendo".

O timing também é fundamental. Uma conversa precipitada é temerária: você pode estar irritado demais para falar com a pessoa pouco tempo depois de o conflito ter acontecido. Furlan recomenda esperar pelo menos duas horas — mas não mais do que dois dias, sob o risco de a situação esfriar e o feedback perder sentido e eficácia.

Nenhum desses erros, porém, é mais grave do que este

Segundo Garcia, o feedback mais perigoso de todos é o genérico. Frases pouco específicas e vagas, como "o problema é esse seu jeito", podem envenenar qualquer relação profissional por tempo indeterminado.

"O feedback tem que ser específico, concreto, claro, simples, em tom de narração", diz o psicoterapeuta. "Algo como: 'Na quinta-feira, por volta das 9h da manhã, nós nos encontramos no corredor e você me disse que entregaria o relatório do mês por volta do meio-dia, que não chegou ao meu e-mail nesse horário. Às 14h, não encontrei mais você e precisei me apresentar diante da diretoria sem o relatório".

Contar uma história ajuda a outra pessoa a visualizar a situação, como se fosse um filme, explica Garcia. As sinapses se concentram no córtex pré-frontal, região na frente do cérebro que cria imagens do ocorrido, e a situação ganha contornos mais nítidos. Diante de uma história específica, há menos espaço para desculpas e evasivas.

E se aquela atitude é recorrente? Se um subordinado vive atrasando suas entregas, por exemplo, como não generalizar aquele comportamento na hora de passar o feedback?

Segundo Garcia, ainda assim é preciso ser o mais específico possível. "Comece a enumerar situações, aquele relatório que faltou em abril, aquele projeto em maio, a apresentação de junho, e por aí vai", explica ele. Traga sempre situações pontuais, particulares, mesmo que elas apontem para uma situação que teoricamente poderia ser generalizada.

O risco de dar um feedback genérico, completa Furlan, é fazer com que o seu chefe, colega ou subordinado acredite que tem um problema pessoal e insolúvel.

"A pior forma de dar um feedback é 'detonar' o outro, algo que se aproxima do assédio moral", diz. "Se você não mostra o caminho, se não propõe uma solução para aquele conflito, pode destruir a autoestima daquela pessoa para o resto da carreira dela".

É o caso de frases como "você sempre faz isso", "você é assim" ou "você não vai conseguir mudar", por exemplo. Adjetivos muito pesados, como "horrível" ou "ridículo", também podem dar um tom definitivo para a crítica e torná-la, portanto, destrutiva.

"Se você não dá nenhuma esperança para a pessoa de que ela pode melhorar, pode criar o efeito de 'halo', que funciona como uma generalização errônea da crítica: 'se eu sou ruim nisto, é porque sou ruim em tudo'", explica Furlan. É importante deixar claro que você não está falando da essência daquele indivíduo, mas sim de uma atitude pontual que ele teve, e que pode ser revista.



VEM AÍ A 26ª FESTA DAS NAÇÕES - 08 E 09 DE JULHO DE 2017


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Dias 08 e 09 de julho de 2017, na Avenida Paranaguá – Largo 1º de Maio – Ermelino Matarazzo*

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50.    Língua Brasileira de Sinais (Libras) - Básico
51.    Locutor-Apresentador-Animador
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67.    Reciclador
68.    Representante Comercial
69.    Sonoplasta
70.    Vendedor



Por: ABC Criativa

Governo estuda fim do abono salarial - O benefício custará R$ 17 bilhões neste ano.

Abono: benefício é pago para inscritos no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos (iStock/Thinkstock)


Brasília – Se a votação da reforma da Previdência naufragar no Congresso Nacional, a equipe econômica já trabalha com uma alternativa para cortar despesas e garantir o cumprimento do teto de gastos e a volta de superávits primários nas contas públicas. A ideia é acabar com o pagamento do abono salarial.

O benefício, que é pago anualmente aos trabalhadores inscritos no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos e que têm rendimento médio mensal de até dois salários mínimos, custará R$ 17 bilhões neste ano. Tradicionalmente, era pago de julho a outubro para todos os 22 milhões de trabalhadores que têm direito. Desde 2015, porém, o governo da ex-presidente Dilma Rousseff dividiu o pagamento em duas etapas, como forma de diluir o custo.


O benefício também passou a ser pago proporcionalmente ao tempo de serviço, de maneira semelhante ao 13º salário – ou seja, atualmente varia de R$ 78 a R$ 937. O custo político do fim do abono salarial, porém, seria bem alto, uma vez que seus beneficiários são a camada mais pobre da população.

Embora o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, considere ainda viável a aprovação das novas regras para aposentadorias e pensões no segundo semestre, depois da votação da reforma trabalhista, sua equipe tem em mãos uma série de medidas que poderão ser adotadas no caso de a proposta de reforma previdenciária ser desidratada ou mesmo não for aprovada.

Segundo apurou o Estadão/Broadcast, a Fazenda monitora as negociações da reforma diante do quadro político instável. Mas o ministério não vai ficar parado se a reforma não avançar, informou um membro da equipe econômica, destacando que há alternativas para garantir uma trajetória sustentável da dívida pública.

O fim do abono chegou a ser discutido há um ano, durante a elaboração da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do teto de gastos. Na última hora, a proposta foi retirada, assim como outras medidas mais duras, como o financiamento, pelo Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) – responsável pelo pagamento do seguro-desemprego e do abono salarial -, de despesas de Previdência dos trabalhadores da iniciativa privada e dos servidores públicos, além de benefícios assistenciais previstos na Constituição.

Com as contas fechando no vermelho todos os anos, o FAT precisa da injeção de recursos do Tesouro para bancar o seguro-desemprego e o abono. Para este ano, estão previstos R$ 18 bilhões. A União, porém, já avisou o conselho deliberativo do FAT que não terá como bancar os rombos do fundo nos próximos anos e pediu medidas para diminuir as despesas.

Para a equipe econômica, o abono salarial, criado há 46 anos, não se justifica mais. O argumento é que o benefício foi criado na década de 1970, quando não havia política de valorização do salário mínimo com ganhos reais e nem rede de proteção social.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Uma carta ao "Dotô Adevogado".

Imagem ilustrativa - Mazzaropi.


Caro Dotô.

Lhe iscrevo purque tive arguma vergonha de fala pessoarmente, mas arguma coisa sucede e priciso disabafá.

Dispois que falei meu causo, o sinhô disse que pricisava entrar com uma tar de ação. Pircebi que o sinhô intendia bem do que tava falando, purque sempre falô umas coisas bunita e difícil. Mas ai que tá, dotô. Fiquei tão basbacado com as palavra difíciu, que saí só sorriso do iscritório, mas quando cheguei em casa, pircibi que que saí rindo, mas num intendi nada de nada.

A muié me pregunto como que foi com o Dotô, eu disse que foi tudo bem, que o dotô é muito bão e ia resorvê nossa pendenga. Mas aquilo fico dentro de mim, num intendi e resorvi lhe pregunta.

Te liguei quele dia, lembra? Pidindo umas expricação. O sinhô falô bunito dinovo, otra veiz fiquei bobo, mas o pobrema, Dotô... É que num intendi nada traveis. O sinhô falô que pricisava fazê um tal de piticionamento, que ia despacha arguma coisa. Fiquei té preocupado, num sabia que o dotô mexia com essas coisa de despacho não.

Então dotô, assim foi toda veiz que a gente se falava, o sinhô expricava e eu num intendia nadica. Pensei em ir ai traveis, mas imaginei que ia contecê dinovo. Ai eu resorvi te manda essa carta, purque anssim o sinhô pode se prepara mió pra lidá com eu.

Discurpa a dificurdade dotô, mas vô gradece muito se o sinhô pudesse expricá mais simpres pra nóis. Sei que o sinhô sabe fala bunito por dimais, mas comigo num carece disso não... Priciso msm só sabê pra que serve essa tar de ação.



Caros colegas, vale muito a reflexão!

Muitas vezes a profissão nos leva ao vício do "juridiquês", esquecemos que o cliente não tem obrigação de entender a linguagem utilizada no universo jurídico. Por isso é tão importante sabermos falar da maneira mais clara possível.

Comunicar-se não é falar bonito, mas ser compreendido.

Eloy Banzi - Advocacia

Walkman, primeiro tocador de música portátil, completa 38 anos.

Imagem: Arquivo Digital


Não é só o iPhone que faz aniversário nesta semana. Hoje, sábado, 1 de julho, a Sony comemora a data do lançamento de um de seus produtos mais importantes: o Walkman, que chegou ao mercado 38 anos atrás.

O Walkman foi o primeiro tocador de música portátil do mundo. O aparelho era capaz de reproduzir fitas cassetes e vinha acompanhado de um par de fones de ouvido, além de ter sido inspiração para centenas de clones e cópias vendidas ao redor do mundo.

O dispositivo fez tanto sucesso que o nome "Walkman", apesar de ser uma marca registrada da Sony, acabou se tornando, informalmente, um sinônimo para tocadores de fita cassete genéricos no mercado. O termo até foi registrado no dicionário de inglês Oxford em 1986.

A Sony também se tornou sinônimo de "empresa de música". Tanto que Steve Jobs, o famoso fundador e ex-presidente da Apple, tomou o trabalho da empresa japonesa como referência no começo dos anos 2000, quando a Apple apostou no mercado de música com o iTunes e, em seguida, com o iPod.

Após alguns anos, a marca Walkman acabou sendo reaproveitada pela Sony na fabricação de outros dispositivos, como o Discman (um Walkman que tocava CD em vez de fita cassete), lançado em 1984, e em diversos celulares e smartphones. Atualmente, não há mais produtos com este nome no mercado.

Até hoje, estima-se que o Walkman original vendeu cerca de 385 milhões de unidades.


POR: LUCAS CARVALHO


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