Digital ***Rádio e Tv
Informamos a todos, que as postagens inseridas neste blog, são de autoria de seus respectivos produtores, e,
cabe a cada um deles a responsabilidade pela autoria dos itens, bem como o teor de seu conteúdo.

Como veículo de divulgação de informação, temos a responsabilidade de divulgar os itens,
tal qual o que é remetido à nossa assessoria de imprensa.


WhatsApp 11 972914716

Qualquer contato conosco deverá ser efetuado através do "Formulário de Contato", disponível no final desta página.

Só pra acordar...



Acreditem... Não ví nem ouví, ninguém falando sobre isto..

Será que já não é mais importante, esta conquista???

Entrevista: Vereador Masataka Ota falou sobre o Hospital Vila Carrão




A prometida reabertura do hospital do Carrão, não aconteceu e o povão já com ares de revolta nos obrigou a conversar a respeito, com o vereador Masataka Ota, "o pai da criança". Veja os esclarecimentos importantíssimos que ele nos concedeu à respeito.


Hospital Vila Carrão - Projeto do hospital Vila Carrão depois de pronto.


Entrevista com o Vereador Masataka Ota

EXPRESSO: Vereador nada até agora do hospital. E ai?

VEREADOR: Olha, ninguém está mais chateado e até revoltado com esta situação do que eu. Fiz a minha parte, mas, o prefeito Haddad não cumpriu a dele. Entendo a revolta popular. Tenho recebido as mais variadas espécies de mensagens pelas redes sociais, até falando em desvio de verba e retratação à minha família, só que, tenho a consciência tranquila do dever cumprido.

EXPRESSO: Tudo começou com um abaixo-assinado, certo?

VEREADOR: Totalmente! Foram mais de cento e cinquenta mil assinaturas o que, aliás, nos deu a quase certeza do sucesso da empreitada, por se tratar de um instrumento legal e poderosíssimo. A princípio o prefeito sinalizou positivamente, mas o tempo foi passando e nada de concreto, apesar de inúmeros  encontros, com ele e com o ex-secretário de Saúde, Alexandre Padilha.

EXPRESSO: É de nosso conhecimento que uma verba R$ 3,7 milhões, logo depois de suas primeiras investidas teria sido encaminhado a Prefeitura, para início das obras. Para surpresa geral, todo o processo foi paralisado, apesar de nova promessa do prefeito, que chegou a anunciar agosto de 2015, como ponto de partida. O seu mandato acabou e nada. A que atribui isso?

Leia na íntegra...

Por: Afonso Mingorance jornalexpressocarrao

Corujão enxuga fila de exames, mas paciente esbarra em outros entraves





Após pouco mais de um mês em operação, o Corujão da Saúde, principal vitrine do prefeito João Doria (PSDB) para a área, cumpriu a missão de enxugar a fila de exames médicos em São Paulo.

Os pacientes, no entanto, continuam a esbarrar em antigos entraves da rede municipal, que não receberam a mesma atenção da gestão.

Em um mês de programa, foram realizados 141,3 mil exames, e outros 270 mil foram agendados para, no máximo, abril. Os procedimentos atenderão 485 mil pessoas que estavam na fila até dezembro do ano passado.

No entanto, após obter acesso ao diagnóstico pelo Corujão, parte dos pacientes continua sem atendimento: ou entrou em outra fila –a de consultas e cirurgias– ou não consegue encontrar os medicamentos de que precisa.

A dona de casa Cícera Maria da Silva Rocha, 65, fez uma tomografia de tórax nas primeiras horas do Corujão. Moradora do Jardim Porteira Grande, na zona leste paulistana, foi atendida por volta da 1h no hospital Oswaldo Cruz, na região central da cidade.

Ela esperava o exame desde julho do ano passado, quando, após uma gripe forte, fez um raio-x e descobriu uma mancha no pulmão. O horário incômodo não foi nada perto do alívio de sair da fila. "Fui muito bem atendida."

Sua busca para descobrir o que é a nódoa no pulmão, porém, continua. A consulta com o clínico geral que vai olhar o exame ficou só para o dia 9 de maio, quase quatro meses após a tomografia. "Mas está bom, pelo menos consegui marcar", diz, resignada.

Examinada no mesmo hospital que Cícera, apenas algumas horas antes, a aposentada Joana Rocha Felipe, 64, deu mais sorte que ela para descobrir o significado do seu diagnóstico.

Conseguiu mostrar o resultado a um médico do posto perto da sua casa, no Jardim Independência, na zona leste da cidade, e já sabe que não tem tumor no pulmão. A bronquite crônica e a depressão, porém, permanecem, e há um mês ela não encontra mais os medicamentos nas unidades.

"Estou morrendo de medo de ter alguma coisa na rua", diz. "Não tem nem dipirona no posto." O remédio broncodilatador ela conseguiu numa drogaria particular, mas só porque a gerente ficou com pena e comprou para ela do próprio bolso. "Assim que eu receber o dinheiro da aposentadoria vou lá pagar", diz.

Neste mês, o prefeito anunciou o programa Remédio Rápido para, segundo ele, facilitar o acesso a medicamentos. Trata-se de fechar as farmácias das unidades básicas de saúde e distribuir os medicamentos em estabelecimentos particulares conveniados.

Enquanto isso não acontece, porém, diversos pacientes relatam falta de medicamentos, inclusive os beneficiados pelo Corujão. "Em cinco dias saiu o resultado do meu exame, foi ótimo", diz a assistente de gestão Daiane Costa, 42. O antidepressivo setralina, porém, ela não consegue mais encontrar no posto. Sua tia também está sem os remédios para pressão e aspirina.

O segurança Adeildo Gomes dos Santos, 50, que dividiu com Doria os holofotes na inauguração do Corujão, também enfrenta o problema em casa. Os medicamentos para seu filho, que tem problemas neurológicos, estão em falta desde o início do ano.

No caso dele próprio, a tomografia, feita no HCor, revelou a necessidade de uma cirurgia para que ele recupere o olfato. "Passei na médica e ficaram de ligar até em 60 dias para marcar", diz. "Agora é torcer para eles terem boa vontade, porque, quando indicaram o exame, também falaram que ia levar 60 dias". Levou cinco meses.

'Paliativo'

Para Mário Scheffer, professor da Faculdade de Medicina da USP, tanto os resultados positivos –o atendimento a quem estava na fila– como as dificuldades posteriores são decorrência do caráter paliativo do Corujão.

"Fica muito claro que é um programa de emergência para exames de radiologia, não mais que isso", diz. "A continuidade do tratamento precisa ser garantida."

Para ele, é preciso elevar a capacidade de resolução do atendimento primário e melhorar a atenção por especialistas. "Sem uma melhor gestão, a fila vai voltar", diz.

Todos atendidos

Em nota, a Secretaria Municipal da Saúde disse que os pacientes estão sendo atendidos, e a distribuição de medicamentos seguem em processo de regularização.

Sobre o caso da dona de casa Cicera Maria da Silva Rocha, a pasta reconheceu que a consulta foi marcada para 9 de maio, quatro meses após o exame, mas disse que ela foi orientada a retornar à UBS Jardim Grimaldi para verificar a possibilidade de antecipar a consulta.

Segundo a nota, a paciente afirmou que, por questões pessoais, não terá como comparecer em março.

Em relação ao caso da aposentada Joana Rocha Felipe, a secretaria disse que a Coordenadoria Regional de Saúde Sudeste entrou em contato com ela nesta quinta-feira (16) "para esclarecer que o abastecimento de medicamentos está em processo de regularização".

Sobre o caso do segurança Adeildo Gomes dos Santos, afirma que ele recebeu do médico indicação de cirurgia de carne esponjosa nasal e que tem consulta pré-cirurgica marcada para a próxima quinta-feira (23).

A pasta disse que, dos dois remédios que o filho dele toma, um está disponível e o outro estará a partir da próxima segunda-feira, pois também está "em processo de regularização".

"Lembrando que em 8 de fevereiro, a prefeitura firmou parceria com laboratórios a fim de equacionar o desabastecimento de medicamentos nas farmácias", diz a nota da prefeitura da cidade.

Os gargalos no atendimento pós-Corujão também já estavam previstos pela prefeitura, que já desenhou etapas posteriores do programa, para consultas com especialistas e cirurgias.


xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Matéria originalmente publicada no jornal Folha de S. Paulo



  Postado por NossaSP
 
Por Angela Pinho

Documentário sobre mulheres da periferia estreia no dia 8 de março



Filme "Nós, Carolinas" questiona invisibilidade de moradoras das margens da cidade de São Paulo


No Dia Internacional da Mulher, 8 de março, quarta-feira, às 19h, o coletivo Nós, mulheres da periferia, formado por comunicadoras que promovem narrativas sobre ser mulher nas margens da cidade de São Paulo, realizará na Galeria Olido a pré-estreia do vídeo "Nós, Carolinas". Este é o primeiro documentário realizado pelo grupo e apresenta vivências de mulheres moradoras de quatro regiões diferentes da capital paulista. Após o lançamento, o curta entra em circuito durante o mês de março em diferentes regiões do município.

Durante a exibição do vídeo, o público transita entre bairros e experiências de vidas relatadas em primeira pessoa. Racismo, solidão, maternidade e a busca da autoestima são alguns dos temas levantados sobre as condições de ser mulher, negra e periférica. As entrevistadas, que têm entre 18 e 93 anos, embora possuam trajetórias diferentes, estão conectadas por elementos cotidianos, como os impactos do machismo e  desigualdades raciais e sociais ainda presentes no Brasil. 

"A nossa proposta foi de ouvir e partilhar histórias pessoais que são ignoradas ou desvalorizadas. Para nós, o processo de empoderamento passa necessariamente pela ocupação do lugar de fala. E a nossa busca é não nos acomodar em rótulos, estereótipos, reconhecendo  a diversidade do universo feminino nas periferias", explica Bianca Pedrina, jornalista e cofundadora do Coletivo Nós, mulheres da periferia.

Sem a pretensão de representar as mulheres da periferia de forma única, o nome "Nós, Carolinas" homenageia Dona Carolina, uma das entrevistadas e personagem do documentário,  e faz menção honrosa à escritora Carolina Maria de Jesus, autora do célebre livro "Quarto de Despejo – o Diário de uma Favelada".

As mulheres apresentadas fizeram parte do projeto Desconstruindo Estereótipos, realizado pelo coletivo em 2015, durante oficinas sobre a representação das mulheres moradoras das periferias na grande mídia.  No final do mesmo ano, o coletivo lançou no Centro Cultural da Juventude (CCJ) a exposição multimídia Quem Somos [Por Nós], que incluiu uma série de entrevistas, a partir das quais, como uma segunda etapa deste projeto, foi criado o documentário. Ambos os projetos foram financiados pelo VAI (Programa de Valorização às Iniciativas Culturais) da Secretaria Municipal de Cultura da Prefeitura de São Paulo.

Após a pré-estreia, o Coletivo Nós mulheres da periferia realizará um circuito de exibição do documentário em diferentes regiões da cidade, incluindo Cidade Tiradentes e Guaianases, na zona leste, Parque Santo Antônio, na zona Sul; Jova Rural, zona norte e Perus, região noroeste, os bairros das protagonistas Carolina Augusta, Joana Ferreira, Renata Ellen Soares e Tarcila Pinheiro.

Serviço:

Pré-estreia do documentário "Nós, Carolinas"
Data: 8/3, às 19h.
Local: Galeria Olido –  Av. São João, 473 – Centro, São Paulo

Circuito
11/3 – Centro de Formação Cultural da Cidade Tiradentes – Cidade Tiradentes
16/3 – CIEJA Campo Limpo – Parque Santo Antônio.
18/3 –  Biblioteca Cora Coralina – Guaianases
24/3 – Biblioteca Padre José de Anchieta – Perus

Sinopse
Uma senhora cheia de memórias sobre o interior de São Paulo. Uma menina que se orgulha de seu cabelo black-power. Uma mulher que voltou a estudar depois dos 50 anos e uma arte-educadora que dribla o tempo para conciliar maternidade e sua vida pessoal. Todas elas unidas por uma mesma geografia: a periferia da cidade de São Paulo. "Nós, Carolinas" traz as vivências e vozes de quatro mulheres que moram em diferentes bairros: Parque Santo Antônio, zona Sul; Jova Rural, zona norte; Perus, região noroeste e Guaianases, na zona leste. Joana Ferreira, Carolina Augusta, Renata Ellen Soares e Tarcila Pinheiro falam o que é ser mulher da periferia em cotidianos particulares, mas conectados pelo recorte de classe, raça e de gênero.  Assim como a escritora Carolina Maria de Jesus, que encontrou na escrita um instrumento para superar sua invisibilidade, essas outras Carolinas também invisíveis aos olhos do centro, usam a potência de sua voz para romper silêncios.

Ficha Técnica

Título Original: Nós, Carolinas
Gênero: Documentário
Tempo de Duração:  17 minutos
Ano de Lançamento (Brasil): 2017

Direção/Roteiro/Produção:
Coletivo Nós, mulheres da periferia
Aline Kátia Melo
Bianca Pedrina
Jéssica Moreira
Lívia Lima
Mayara Penina
Regiany Silva
Semayat Oliveira

Classificação: Livre

Imagens
Daniele Menezes
Elis Menezes
Edison Rodrigues Galindo Júnior
Naná Prudêncio
Vinícius Bopprê
Yasmin Santos

Edição, Montagem e animação
Ananda Radhika

Videografismo e direção de arte
Regiany Silva

Trilha sonora
Mulher do Fim do Mundo (Elza Soares)

Curadoria musical
Ananda Radhika

Entrevistadas
Dona Carolina Augusta de Oliveira
Joana Ferreira de Carvalho
Tarcila Pinheiro
Renata Ellen Soares Ribeiro


Enviado por NossaSP em qui, 23/02/2017 - 15:14


8º Fórum Mundial da Água - Pessoas do mundo todo podem ajudar a definir os debates








Pessoas do mundo todo podem ajudar a definir os debates do 8º Fórum Mundial da Água

Pela primeira vez, o maior evento mundial sobre água vai acontecer no hemisfério Sul. O 8º Fórum Mundial da Água será em Brasília, em março de 2018, mas pessoas do mundo todo já podem sugerir temas de discussão, trocar ideias e experiências em uma plataforma online desenvolvida para ampliar o acesso ao Fórum, em uma iniciativa inédita

A partir do dia 13 fevereiro, pessoas do mundo todo já podem começar a participar do 8º Fórum Mundial da Água, cujo tema será Compartilhando Água, e contribuir para preparar o evento, que acontece de 18 a 23 de março de 2018, em Brasília. Iniciativa inédita do Comitê Diretivo Internacional do Fórum, a plataforma Sua Voz foi criada para favorecer o amplo debate sobre os temas centrais do evento e está disponível no site do 8º Fórum Mundial da Água.

A ferramenta permite que cidadãos de qualquer lugar do planeta com acesso à internet compartilhem ideias, experiências e soluções e façam sugestões que poderão ser incluídas no encontro mundial. Os diálogos vão acontecer em salas de discussões com seis diferentes temas: clima, desenvolvimento, ecossistemas, finanças, pessoas e urbano.

Os participantes têm a oportunidade de expressar suas opiniões e contribuições para enriquecer os debates sobre os rumos da gestão da água no mundo em três rodadas de discussões, que vão durar oito semanas cada. A primeira etapa da consulta pública começa dia 13 de fevereiro e será encerrada em abril. Em seguida, haverá uma votação mundial para identificar as questões mais relevantes a respeito da água. As discussões online são coordenadas pela Agência Nacional de Águas (ANA) em articulação com o Secretariado e demais instâncias de organização do Fórum.  

Cada sala temática vai contar com três ou quatro moderadores, sendo ao menos um brasileiro. Na temática do clima serão abordadas segurança hídrica e mudanças climáticas. Quando o tema for pessoas, as discussões serão em torno de saneamento e saúde. A água no contexto do desenvolvimento sustentável estará em pauta na sala sobre desenvolvimento. No tema urbano, a gestão integrada da água e dos resíduos urbanos conduzirá os debates. Na sala sobre ecossistemas, os fios condutores serão a qualidade da água e a subsistência e biodiversidade dos ecossistemas. Também haverá uma sala dedicada a discutir mecanismos de financiamento para o setor.

A plataforma Sua Voz estará disponível em português e inglês no site http://www.worldwaterforum8.org/ e contará também com tradução para mais 90 idiomas de modo a facilitar a participação de pessoas da maioria dos países do mundo. O objetivo é fazer do 8º Fórum Mundial da Água um evento plural e democrático, em alinhamento com o tema da próxima edição: "Compartilhando Água".

Tradicionalmente o Fórum conta com a participação dos principais especialistas, gestores e organizações envolvidas com a questão da água no planeta. Com a plataforma Sua Voz, o Comitê Diretivo Internacional do Fórum pretende trazer para o evento as contribuições de toda a sociedade, inclusive das vozes não ouvidas usualmente, já que a água está presente na vida de todos.

O Fórum Mundial da Água acontece a cada três anos com os objetivos de aumentar a importância da água na agenda política dos governos e promover o aprofundamento das discussões, troca de experiências e formulação de propostas concretas para os desafios relacionados aos recursos hídricos. Será a primeira vez que o maior encontro mundial sobre água vai acontecer no hemisfério Sul.  

O 8° Fórum é realizado e organizado pelo Governo Federal, por meio do Ministério do Meio Ambiente, Governo do Distrito Federal e Conselho Mundial da Água, com apoio da Agência Nacional de Águas (ANA) e da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa). As edições anteriores do Fórum Mundial da Água aconteceram em Marraquexe, Marrocos (1997); Haia, Holanda (2000); Quioto, Shiga e Osaka, Japão (2003); Cidade do México, México (2006); Istambul, Turquia (2009); Marselha, França (2012); e Daegu e Gyeongbuk, Coreia do Sul (2015).

Siga o Fórum nas redes sociais:

• Facebook: fb.me/WorldWaterForum8
• Twitter: https://twitter.com/WaterForum8



Mais Informações
Secretaria do 8º Fórum Mundial da Água
Fones: (61) 2109-5640

E-mail: contact@worldwaterforum8.org

*Veja FAQ em anexo!

Perguntas e Respostas sobre a plataforma SuaVoz - consultas on-line do Processo Preparatório do 8º Fórum Mundial da Água
1. O que é a consulta on-line SuaVoz? E qual o objetivo?

É uma consulta on-line do processo preparatório do 8º Fórum Mundial da Água que vai acontecer em Brasília de 18 a 23 de março de 2018. O uso dessa ferramenta é uma inovação com relação às edições anteriores, pois amplia e facilita o acesso das pessoas a discussões referentes à grade de temas do evento. Essa consulta é necessária e torna o encontro mais democrático, pois se trata do maior evento mundial de discussões sobre os desafios e oportunidades relacionados à gestão da água no mundo. Durante o evento chegam a ocorrer mais de 200 debates e palestras. Portanto, o objetivo é dar voz a todos os segmentos da população, em especial áqueles que, em geral, não contam com os meios e contatos adequados para serem ouvidos. É importante ressaltar que a consulta on-line não elimina a necessidade de reuniões presenciais, mas oferece a possibilidade de que essas reuniões contem com contribuições de um público diverso.

2. Quem pode participar das consultas? E como?

Qualquer pessoa com acesso à internet, em qualquer parte do mundo, pode participar da consulta on-line. Basta que acesse o site do 8º Fórum e faça o credenciamento. A partir desse credenciamento, a pessoa escolhe em quais entre as seis salas de discussão gostaria de participar dos debates e passa a interagir com os demais interessados, com o apoio de moderadores treinados. A ferramenta de suporte à consulta on-line está preparada para receber contribuições em até 90 idiomas dentre aqueles mais falados no mundo.


3. Pessoas sem conhecimento técnico podem participar? Como elas podem contribuir?
Não há necessidade de nenhum tipo de formação ou de especialização para participar da consulta. As pessoas podem contribuir com suas visões ou experiências pessoais sobre os temas tratados, respondendo às perguntas previamente estabelecidas e oferecendo suas opiniões, depoimentos, sugestões e exemplos.

4. Por que foram selecionados esses seis temas:clima, desenvolvimento, ecossistemas, finanças, pessoas e urbano?Qual foi o critério?

Eles correspondem aos seis temas centrais da grade temática do 8º Fórum, definida pelas instâncias decisórias após consultas feitas à comunidade internacional de recursos hídricos. O Fórum Mundial da Água tem uma preocupação bastante abrangente sobre as questões relacionadas à água. Além disso, procura alinhar as discussões com os debates travados em
edições passadas, de forma a atualizar os debates. Esses seis temas são subdivididos em vários subtemas, como forma de abranger o maior número possível de assuntos relativos a água. Além disso, a organização do evento definiu três tópicos transversais, ou seja, que permeiam todos os temas: governança, compartilhamento e capacitação.

5. Que tipo de contribuições são esperadas? Exemplos?

Foram formuladas perguntas-chaves para os temas e subtemas. As respostas e seus argumentos certamente suscitarão discussões e trocas de informações e opiniões entre os participantes, num processo aberto e participativo mediado pelos especialistas que serão os moderadores em cada sala temática. Poderão, ainda, a critério desses moderadores, serem oferecidos exemplos exitosos em cada tema tratado, ou propostas de abordagens desses temas na grade temática do 8º Fórum Mundial da Água.

6. Que tipo de interação a plataforma permite? Os eventos terão hora marcada ou basta registar sua participação?

Serão aproveitadas as participações online, que poderão se referir às perguntas formuladas em cada discussão, ou às respostas e contribuições oferecidas em comentários entre os participantes. Recomenda-se que seja utilizada linguagem simples e direta, já que serão utilizados aplicativos de tradução automática. A plataforma permite a troca de arquivos magnéticos de textos e/ou imagens, cujo envio e distribuição deverá ser orientado pelos moderadores. Os comentários podem ser postados a qualquer hora e serão respondidos periodicamente pelos moderadores.

7. Todos os participantes vão receber retornos sobre suas sugestões?

É de se esperar que um processo de consulta online aberto a todos os interessados venha suscitar um número muito expressivo de participantes, podendo chegar a milhares de opiniões/contribuições em um curto intervalo de tempo. Nesse cenário, não é razoável imaginar que as colocações serão respondidas individualmente pelos moderadores das salas de discussão. A esses caberá organizar as manifestações segundo a pertinência frente à temática em discussão e às diferentes visões apresentadas e dar retorno nesse contexto, construindo assim os próximos passos da discussão. Ao final da consulta os moderadores de cada sala de discussão apresentarão um resumo das sugestões recebidas, além de um rol de questões selecionadas para serem encaminhadas aos responsáveis pelo processo de organização do Fórum.

8. Como será feita a seleção das questões que farão parte as discussões do Fórum?

Os moderadores das salas de discussão farão a seleção das questões mais relevantes e recorrentes em cada uma das salas temáticas. Caso o número de questões selecionadas seja muito grande, fica facultada a possibilidade de votação para a escolha dos mais relevantes para a população.

9. Como as pessoas que vão participar da consulta pública poderão acompanhar o Fórum Mundial da Água, caso não possam estar em Brasília em março de 2018? Haverá transmissão do Fórum via internet?

A organização do 8º Fórum Mundial da Água está estudando a possibilidade de transmissão de algumas sessões do Fórum via Internet (streaming). Além disso, espera-se poder oferecer aos interessados um resumo das principais sessões, que estará a cargo dos relatores dessas sessões.

10. Esse tipo de ferramenta já foi utilizado em outros eventos? Qual foi o resultado?

Esta ferramenta foi utilizada com êxito, entre outras, na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente, realizada no Rio de Janeiro em 2012 e conhecida como Rio+20. A consulta contou com a participação de milhares de pessoas que contribuíram sobre dez temas específicos, inclusive o tema "Água". A partir de seus resultados, foi possível a organização de sessões presenciais, para cada tema, para a definição de questões que foram posteriormente encaminhados à consideração da Assembleia Geral da ONU. Desde então, essa plataforma de discussões online vem sendo empregada na preparação para diversos eventos, como o UN Habitat III. A ferramenta foi também instrumento fundamental para a realização da III Conferência Mundial de Trabalho Infantil, realizada em Brasília, em 2013.

11. Os participantes da consulta on-line estão contribuindo para que haja que tipo de encaminhamento com relação à água ao final do 8º Fórum Mundial da Água?

O Fórum busca promover a conscientização sobre as diversas dimensões da água em todo o mundo. Busca, ainda, construir compromissos políticos e induzir ações em temas críticos relacionados à água para facilitar a sua conservação, proteção, desenvolvimento, planejamento, gestão e uso eficiente, com base na sustentabilidade ambiental. Neste sentido, a participação da consulta contribuirá para a seleção de temas e questões mais relevantes para enriquecer o processo.



@digitalradiotv

INSCRIÇÕES ABERTAS até 03 de Março. Início do curso em 13 de Março!!

 



  Um ótimo curso !   Vale a pena !


A Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (SENAD), em parceria com a Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), abriu inscrições para 25 mil vagas da 11ª/12ª edição do Curso SUPERA - "Sistema para Detecção do Uso Abusivo e Dependência de Substâncias Psicoativas:  Encaminhamento, Intervenção Breve, Reinserção Social e Acompanhamento".

O curso SUPERA, totalmente gratuito, visa capacitar profissionais das Áreas da Saúde e Assistência Social discutindo diferentes modelos para a prevenção, intervenção e encaminhamento daqueles que apresentam problemas relacionados ao uso de álcool, crack e outras drogas.

A capacitação é desenvolvida na modalidade de Educação a Distância (EaD), com carga horária de 150 horas e tem duração de quatro meses com término previsto para 10 de Julho de 2017. Os alunos que concluírem o curso receberão um certificado de extensão universitária emitido pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).

Para se inscrever e acompanhar o curso é necessário possuir acesso à Internet e comprometer-se a participar do curso até sua conclusão, caso seja selecionado.

Inscrições gratuitas: http://www.supera.senad.gov.br/@/inscricao/sup11-12

Para mais informações ou em caso de dúvidas acesse: http://www.supera.senad.gov.br

Equipe SUPERA



Tomas Vargas

@digitalradiotv

Bom Dia Doutor!

videox x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x


Bom dia, doutor,
O ônibus atrasou!

Mas eu já estou cansado...

... Tô cansado de acordar as quatro da manhã, pra pegar o ônibus das
quatro e meia, porque o das quatro e quarenta sempre quebra;

... Tô cansado de arranjar desculpa, quando chego atrasado, porque o
senhor não acredita em mim;

... Tô cansado de fazer dívida pra comprar o que minha família precisa,
e quando chega o dia de pagamento, o senhor desconta tudo que é atraso
do meu pagamento;

... Tô cansado de fazer hora extra pra te enrriquecer, mas o senhor não
me dá um simples aumento de salário;

...Tô cansado de levar teus filhos de carro pra passear no shoping, mas
não tenho tempo pra levar meus filhos na escola;

... Tô cansado de levar tuas compras de supermercado pra sua casa, com
muita fartura, quando falta pão quase todo dia na mesa da minha casa;

...Tô cansado DOUTOR...
... Tô cansado de te falar bom dia e tú me responder "BOA TARDE";

...EU TÔ CANSADO DOUTOR, Mas, eu tô falando e desabafando tudo isso,
porque eu só quero te desejar "um bom dia" DOUTOR!

Carlos Santos, em 11-02-2017.

Inscrições abertas para o curso de eletricista residencial



Estão abertas as inscrições para o curso de eletricista residencial.

O curso terá início no dia seis (06) de março de 2017.

O curso terá a duração de trinta (30) dias.

Será fornecido o certificado de conclusão a todos que terminarem o curso com condições de exercer  profissão.

Esta capacitação será de segunda a sexta feira das 09:00 hs. até as 12:00 hs.

Outras informações podem ser adquiridas por whats app, somente mensagens de texto, através do seguinte número 9 7291-4436.

 Associação Beneficente aos Carentes Criativa de São Miguel Paulista e Adjacências.

CNPJ 14455660/0001-71.



www.ongcriativa.org


Bruno Covas diz que Planos Regionais vão orientar as ações dos prefeitos locais



Foto e matéria: Rafael Carneiro


Após a entrega da primeira versão do Programa de Metas, no final do mês que vem, a gestão Doria terá outra preocupação: os Planos Regionais, previstos no Plano Diretor Estratégico, aprovado em 2014. A prefeitura será responsável por formar os Núcleos Regionais de Planejamento, que por sua vez, irão elabor os planos em cada canto da cidade. Segundo o vice-prefeito e secretário das Prefeituras Regionais, Bruno Covas (PSDB), eles terão uma grande importância, pois a partir deles, os prefeitos das 32 regiões administrativas paulistanas poderão orientar as suas ações locais.


Em entrevista exclusiva ao 32xSP, Covas falou sobre o assunto e destacou que, apesar da importância dos Planos, não é possível pensá-los antes do Programa de Metas. "Primeiro, precisamos definir o que a gente quer para a cidade para depois regionalizarmos."

O vice-prefeito, que na ocasião era o prefeito em exercício, já que João Doria (PSDB) estava viajando a negócios, também fez um balanço dos programas de zeladoria "Cidade Linda" e "Calçada Nova – Mutirão Mário Covas", falou sobre futuro dos conselhos participativos, da influência de vereadores nas regionais, entre outros assuntos. Confira a entrevista completa:

Qual foi o critério de investimento adotado pela gestão? Que lugares serão os mais beneficiados?

O orçamento foi aprovado no ano passado pela Câmara e é com ele que estamos lidando. Houve um congelamento de parte dos investimentos, até pela precaução que a Secretaria da Fazenda está em realizar os R$ 54 bilhões de arrecadação, e o orçamento está sendo gasto conforme as prioridades e necessidades da população. O Corujão da Saúde, por exemplo, foi um dos compromissos do prefeito João Doria durante a campanha. Portanto, nada mais justo que seja um dos investimentos agora, já no início do seu governo.

Durante a campanha eleitoral e nos primeiros dias de governo, Doria afirmou que a periferia, que tem muitos déficits em várias áreas, é prioridade de investimentos. Isso vai acontecer efetivamente?

Não há a menor dúvida de que, quando você fala em eliminar o déficit de vaga em creches, atende muito mais forte a periferia. Em especial a da zona sul de São Paulo, onde a falta de vagas é maior. Quando você fala em eliminar as filas de exames por meio do Corujão, você está atendendo àqueles que mais precisam e eles estão na periferia. Então é natural que a gente governe para os que mais precisam.


BRUNO COVAS ACOMPANHA O PREFEITO JOÃO DORIA NA PRIMEIRA AÇÃO DO PROGRAMA "CALÇADA NOVA – MUTIRÃO MARIO COVAS", REALIZADA NO ITAIM PAULISTA/ CRÉDITO: DANIELLE LOBATO

Qual é o balanço que o senhor faz do primeiro mês do "Cidade Linda" e do "Calçada Nova – Mutirão Mário Covas", dois programas de zeladoria urbana?

Um balanço muito positivo. A própria pesquisa que foi apresentada recentemente, feita pelo Datafolha, mostra uma aprovação do prefeito, da gestão e dos programas de zeladoria. São programas que a população entendeu e compreendeu a necessidade. O "Cidade Linda" começou em eixos centrais, como as [avenidas] Nove de Julho, Paulista, Vinte e Três de Maio, Tiradentes… Já estamos indo para eixos fora do centro também, como a avenida Mateo Bei, a Inajar de Souza, no próximo final de semana vamos para a Belmira Marim… E os próprios prefeitos (as) regionais têm feito ações "Cidade Linda" em eixos menores, com as equipes que eles têm disponíveis, às vezes com o apoio da comunidade local… Acho que a população percebeu que, além de cuidar das nossas crianças nas escolas, dos nossos enfermos nos hospitais, de quem não tem onde morar, com programa de habitação popular, nós estamos também cuidando da cidade.

E são programas que podem durar mais de uma semana…

O programa "Cidade Linda" adota eixos durante uma semana. Começa aos sábados e termina na sexta-feira, e muitas vezes eles não conseguem ser concluídos nesse período. O túnel da Nove de Julho, que foi o primeiro eixo do programa, pela dificuldade de realizar a limpeza dele, só foi entregue na semana retrasada. Então, às vezes a gente não consegue concluir por uma dificuldade ou outra naquele período, mas ele é concluído e há a dificuldade que é a manutenção disso. Temos contado com o apoio da população. Limpar a cidade não é só aumentar o número de equipes que vão para a rua fazer o serviço. É também essa consciência de que a cidade é nossa e, quanto menos lixo nós jogamos na rua, menos se gasta com limpeza e se pode gastar mais em outras questões.

Falando em aumento de equipe, um dos problemas apontadas pelos prefeitos regionais é em relação ao baixo número de funcionários que eles dispõem. Há intenção de aumentar a quantidade de engenheiros agrônomos, que são importantes no processo das podas de árvores?

Há a intenção de começar a regularizar isso. Existe regional que tem duas, três equipes, regional que não tem nenhuma. É claro que você tem situações diferentes na cidade, mas é preciso ter um mínimo de engenheiros agrônomos para todas elas. Não há o que justifique a má distribuição das equipes, dos recursos entre as regionais… Agora, herdamos uma situação que eu não preciso nem qualificar. Acho que a população, na eleição do ano passado, já fez isso. Portanto, a gente parte de uma premissa de ter que mudar, melhorar a situação que encontramos. E, como o prefeito Doria diz, não adianta ficar reclamando. Se quer fazer isso, melhor ficar em casa. Tem que botar a mão na massa, buscar parceria, tem que se virar com o que tem. Enquanto isso, nós vamos regularizando as atas, todos os processos de licitação, para poder ofertar a todas as regionais o mínimo para elas trabalharem.

Com quem poderia ser feita essa parceria?

Em poda, por exemplo, a gente está buscando ampliar a parceria com a Eletropaulo. Eles se comprometeram a aumentar a quantidade de poda, a quantidade de recursos que eles investem na cidade de São Paulo. Até porque isso os beneficia e acaba diminuindo a necessidade de mais equipes da prefeitura para fazer o serviço também. Além disso, estamos levantando a legislação para ver se é possível buscar parceria com as universidades.

Como está sendo fiscalizado o trabalho dos prefeitos regionais?


O VICE-PREFEITO DURANTE COLETIVA À IMPRENSA NO PRIMEIRO DIA ÚTIL DE GOVERNO/ CRÉDITO: CESAR OGATA – SECOM

A gente tem visitado as prefeituras regionais quando é possível. Não só eu e o prefeito, mas vários outros secretários, quando vão conversar com os regionais. E eles têm me passado suas impressões. Os vereadores também têm feito isso. A gente espera, em algum momento, ter metas e poder avaliar o trabalho de cada prefeitura local. Verificar o quanto ele [prefeito regional] incrementou nesse tempo, o quanto reduziu aquele problema… Inclusive, no ano passado, quando anunciamos os critérios de escolha dos regionais, um deles era o comprometimento em atingir metas. Então, isso é algo que eles estão aguardando.

Como se dá a autonomia das prefeituras regionais?

Com o empoderamento dos prefeitos (as) regionais. Estamos, inclusive, nesse remanejamento que o prefeito solicitou, de 30% dos cargos de confiança, reorganizando a estrutura das prefeituras regionais. Haverá um coordenador de governo local, que vai ajudar o prefeito (a) regional a tratar de temas que não são afetos pela legislação à prefeitura regional. Hoje, ela cuida de zeladoria, licenciamento, fiscalização. Mas, o prefeito (a) regional está na rua ajudando o secretário de Educação a buscar espaço para construir creche, está verificando se o posto de saúde tem remédio. Ele é a presença do prefeito em cada canto da cidade de São Paulo e tem total autonomia para discutir, dialogar, como se fosse o Doria presente em cada canto da capital. Então, não é uma autonomia em que estamos mudando a legislação. É uma autonomia de atitude, para sair da zona de conforto.

Quando as subprefeituras foram criadas, na época da ex-prefeita Marta Suplicy (DEM), a ideia era que elas tivesse coordenadores de áreas como saúde, educação, cultura… Com o tempo, a lei que as criaram foi modificada. A gestão pensa em retomar essa estrutura original nas atuais prefeituras regionais?

Essa é uma questão complicada. Você pega um coordenador de educação, por exemplo. Ele vai estar dentro da prefeitura regional e não vai estar alinhado com o secretário de Educação. Acho que muito mais do que entrar nessa discussão do 'olha, o cargo tem que estar aqui, tem que responder para esse ou para aquele', é uma questão de articulação e trabalho em equipe. O prefeito pode ter várias qualidades e vários defeitos, mas uma coisa que ele tem é a qualidade de entrosamento da equipe. Os secretários estão todos entrosados, não tem o porquê disso não se replicar lá na ponta.

Vocês já estão estudando quais prefeituras regionais vão ser subdivididas?

Não, ainda não. O orçamento desse ano não prevê, não abre brecha para a gente pensar nisso.

O jornal Folha de S. Paulo trouxe em janeiro uma reportagem mostrando que muitos dos chefes de gabinetes das prefeituras regionais são aliados de vereadores. Como evitar que elas sofram forte influência dos vereadores locais, o que já trouxe problemas em gestões passadas?

Todos os prefeitos (as) regionais estão orientados a atender qualquer vereador. Ele é um representante da população. Agora, não haverá feudo, e esse foi o grande compromisso do prefeito Doria. Não existe a obrigação de ter que abaixar a cabeça para vereador A ou B para ser atendido pela prefeitura regional. Acho que esse é o principal entrave de você contemplar um ou outro vereador com indicação política. Quanto às boas indicações, com currículo de gente trabalhadora, dedicada, que está colaborando e, por ventura, apoiou esse ou aquele vereador, não houve nenhuma restrição. Estão todos orientados e já foram mais do que avisados que é terminantemente proibido a criação de feudos nas prefeituras regionais. Acho que essa é a grande vitória que nós tivemos.


AÇÃO DO PROGRAMA "CIDADE LINDA", NA AVENIDA SANTO AMARO/ CRÉDITO: CESAR OGATA – SECOM

No final do ano passado, o ex-prefeito Haddad (PT) baixou um decreto que prevê que Planos Regionais sejam elaborados até 180 dias após a publicação do Programa de Metas. Quem deve elaborar esses Planos são os Núcleos Regionais de Planejamento, que devem ser formados pela Prefeitura. Como o senhor está pensando a formação desses núcleos? Qual é a importância dos Planos Regionais para a cidade?

Nós estamos agora na fase anterior, que é exatamente o Programa de Metas da cidade, e depois a gente vai se debruçar sobre os Planos Regionais. O prefeito conseguiu a colaboração de consultorias, que estão ajudando na elaboração do Programa, que eu acho que vai ser bem ousado, ambicioso, revolucionário. Ele deve ser entregue até 31 de março e a partir de abril é que a gente vai se debruçar sobre os Planos Regionais. Primeiro, precisamos definir o que a gente quer para a cidade com o Programa de Metas para depois regionalizarmos. Não tem como fazer o inverso.

E eles são importantes?

Não tenho a menor dúvida, até porque é exatamente isso que concretiza o jeito diferente de tratar os desiguais. Por exemplo, em um lugar que precisa ampliar as áreas verdes, o plantio de árvores vai ser uma meta mais ambiciosa. Já em outro pode nem estar no plano porque não precisa dessa ampliação. Com certeza, quando forem elaborados, os Planos vão orientar muito a ação dos prefeitos regionais.

Qual vai ser o papel dos conselhos participativos na gestão Doria?

De colaborarem, de orientarem. Os conselhos participativos vão ter toda a disposição da administração para ouvi-los. Quanto mais envolver a sociedade, quanto mais pessoas quiserem participar, menos nós vamos errar.

Inclusive, esse ano tem eleição para os conselhos…

Está mantida. Não há nenhuma intenção de retrocesso em relação a isso.

O que a atual prefeitura entende por gestão descentralizada? Vocês se basearam em algum modelo?

O próprio Programa de Metas vem discutindo essa questão. É uma das linhas centrais da Secretaria das Prefeituras Regionais. Esse é um dos mantras dentro da secretaria e que todas as outras também entendem necessário. Então, tenho certeza que o próprio Programa vai ajudar a gente a orientar e a fortalecer a descentralização na cidade de São Paulo.

Uma cidade descentralizada é a melhor solução para São Paulo?

A melhor… Eu acho que é uma excelente solução, é necessário. Eu não sei o quanto ela compete com outras soluções. Você nunca tem somente uma. Ainda mais em uma cidade que tem problemas como essa.

Quais são os maiores desafios para governar São Paulo?

São Paulo tem problemas muito complexos, estruturantes. Mas, acho que é deixar a cidade mais humana, mais amigável em todos os seus aspectos. Deixar uma cidade em que as pessoas tenham mais orgulho de viver, menos vontade de sair dela. Que tenha bons postos de saúde para a população ser atendida em momentos de necessidade, creches para poder deixar o filho, menos tempo para se chegar ao trabalho… Enfim, São Paulo tem que dar mais qualidade de vida a quem decide viver aqui.

32xSP

Por: 32xSP

Em São Paulo eu tenho privacidade.

Imagem - Ilustração




Ninguém pergunta o que eu faço

ninguém quer saber quem eu sou.

Ninguém para ao meu lado

quando estou deitado

atropelado, gritando de dor.