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Funasa publica portaria em que cidades com até 50 mil habitantes podem adquirir caminhão compactador de resíduos de seis metros cúbicos.


Foto: Fábio Marçal, da Prefeitura de Montes Claros.

A Funasa publicou portaria com a abertura de Consulta Pública, dentro do Programa de Resíduos Sólidos Urbanos, para receber propostas de municípios com até 50 mil habitantes, excluindo os que estão dentro de regiões metropolitanas, para ações de gerenciamento de Resíduos Sólidos Urbanos. Para coleta e transporte convencional de resíduos, será possível adquirir veículo compactador com capacidade de seis metros cúbicos.

Os proponentes deverão formular suas propostas por meio de carta consulta, até o dia 24 de agosto, levando em consideração as condições específicas exigidas para a ação de gerenciamento de resíduos sólidos, passível de transferência de recursos. Os critérios de elegibilidade e prioridade para classificação de propostas também constam na Portaria.

Serão classificadas apenas propostas que contemplarem soluções integradas, abrangendo os investimentos necessários, de forma que sejam capazes de entrarem em funcionamento adequado – da coleta à destinação final/disposição final – imediatamente após a conclusão do objeto, além de atenderem aos objetivos sociais e de salubridade ambiental.

Confira a portaria de 8 de agosto de 2017 aqui.

Mais informações no "Manual de orientações técnicas para elaboração de propostas para o Programa de Resíduos Sólidos", disponível na internet, na página da Funasa – www.funasa.gov.br – e com o assessor do departamento de Captação de Recursos da AMM, Ramon Diniz, pelo telefone (31) 3916-9193.


Hoje, 20 de agosto, homenageamos este ícone de nossa história.


Imagem: logos/doodles/2017/cora-coralina

Cora Coralina, pseudônimo de Anna Lins dos Guimarães Peixoto Bretas (Cidade de Goiás, 20 de agosto de 1889 — Goiânia, 10 de abril de 1985), foi uma poetisa e contista brasileira. Considerada uma das mais importantes escritoras brasileiras, ela teve seu primeiro livro publicado em junho de 1965 (Poemas dos Becos de Goiás e Estórias Mais), quando já tinha quase 76 anos de idade.

Mulher simples, doceira de profissão, tendo vivido longe dos grandes centros urbanos, alheia a modismos literários, produziu uma obra poética rica em motivos do cotidiano do interior brasileiro, em particular dos becos e ruas históricas de Goiás.

Anna Lins dos Guimarães Peixoto Bretas, adotou o pseudônimo de Cora Coralina, era filha de Francisco de Paula Lins dos Guimarães Peixoto, desembargador nomeado por D. Pedro II, e de dona Jacyntha Luiza do Couto Brandão. Ela nasceu e foi criada às margens do Rio Assunção. Estima-se que essa casa foi construída em meados do século XVIII, tendo sido uma das primeiras edificações da antiga Vila Boa (Goiás).

Começou a escrever os seus primeiros textos aos 14 anos, publicando-os posteriormente nos jornais da cidade de Goiânia, e nos jornais de outras cidades, como constitui exemplo o semanário "Folha do Sul" da cidade goiana de Bela Vista e nos periódicos de outros rincões, assim como a revista A Informação Goiana do Rio de Janeiro, que começou a ser editada a 15 de julho de 1917. Apesar da pouca escolaridade, uma vez que cursou somente as primeiras quatro séries, com a Mestra Silvina (Mestre-Escola Silvina Ermelinda Xavier de Brito (1835 - 1920)). Conforme Assis Brasil, na sua antologia "A Poesia Goiana no Século XX" (Rio de Janeiro: IMAGO Editora, 1997, página 66), "a mais recuada indicação que se tem de sua vida literária data de 1907, através do semanário 'A Rosa', dirigido por ela própria e mais Leodegária de Jesus, Rosa Godinho e Alice Santana." Todavia, constam trabalhos seus nos periódicos goianos antes dessa data. É o caso da crônica "A Tua Volta", dedicada 'Ao Luiz do Couto, o querido poeta gentil das mulheres goianas', estampada no referido semanário "Folha do Sul", da cidade de Bela Vista, ano 2, n. 64, p. 1, 10 de maio de 1906. No jornal Tribuna Espírita - Rio de Janeiro, 31 de dezembro de 1905.

Ao tempo em que publica essa crônica, ou um pouco antes, Cora Coralina começa a frequentar as tertúlias do "Clube Literário Goiano", situado em um dos salões do sobrado de dona Virgínia da Luz Vieira. Que lhe inspira o poema evocativo "Velho Sobrado". Quando começa então a redigir para o jornal literário "A Rosa" (1907). Publicou, nessa fase, em 1910, o conto Tragédia na Roça.

Em 1911, foi para o estado de São Paulo com o advogado Cantídio Tolentino de Figueiredo Bretas, que exercia o cargo de Chefe de Polícia, equivalente ao de secretário da Segurança, do governo do presidente Urbano Coelho de Gouvêa - 1909 - 1912, onde viveu durante 45 anos, inicialmente no município de Jaboticabal onde nasceram seus seis filhos: Paraguaçu, Eneas, Cantídio, Jacyntha, Ísis e Vicência. Ísis e Eneas morreram logo depois de nascer. Em 1924, mudou para São Paulo. Ao chegar à capital, teve de permanecer algumas semanas trancada num hotel em frente à Estação da Luz, uma vez que os revolucionários de 1924 haviam parado a cidade.

Em 1930, presenciou a chegada de Getúlio Vargas à esquina da rua Direita com a Praça do Patriarca. Seu filho Cantídio participou da Revolução Constitucionalista de 1932.

Com a morte do marido, passou a vender livros. Posteriormente, mudou-se para Penápolis, no interior do estado, onde passou a produzir e vender linguiça caseira e banha de porco. Mudou-se em seguida para Andradina, cidade que atualmente, mantém uma casa da cultura com seu nome, em homenagem. Em 1956, retorna a Goiás.

Ao completar 50 anos, a poetisa relata ter passado por uma profunda transformação interior, a qual definiria mais tarde como "a perda do medo". Nessa fase, deixou de atender pelo nome de batismo e assumiu o pseudônimo que escolhera para si muitos anos atrás. Durante esses anos, Cora não deixou de escrever poemas relacionados com a sua história pessoal, com a cidade em que nascera e com ambiente em que fora criada. Ela chegou ainda a gravar um LP declamando algumas de suas poesias. Lançado pela gravadora Paulinas Comep, o disco ainda pode ser encontrado hoje em formato CD.


Cora Coralina faleceu em Goiânia, de pneumonia. A sua casa na Cidade de Goiás foi transformada num museu em homenagem à sua história de vida e produção literária.

A Casa Velha da Ponte, onde viveu Cora Coralina, na cidade de Goiás.
Clique na imagem para ampliar


Primeiros passos literários
Os elementos folclóricos que faziam parte do cotidiano de Ana serviram de inspiração para que aquela frágil mulher se tornasse a dona de uma voz inigualável e sua poesia atingisse um nível de qualidade literária jamais alcançado até aí por nenhum outro poeta do Centro-Oeste brasileiro.

Senhora de poderosas palavras, Ana escrevia com simplicidade e seu desconhecimento acerca das regras da gramática contribuiu para que sua produção artística priorizasse a mensagem ao invés da forma. Preocupada em entender o mundo no qual estava inserida, e ainda compreender o real papel que deveria representar, Ana parte em busca de respostas no seu cotidiano, vivendo cada minuto na complexa atmosfera da Cidade de Goiás, que permitiu a ela a descoberta de como a simplicidade pode ser o melhor caminho para atingir a mais alta riqueza de espírito.

Divulgação nacional
Foi ao ter a segunda edição (1978) de Poemas dos becos de Goiás e estórias mais, composta e impressa pelas Oficinas Gráficas da Universidade Federal de Goiás, com capa (retratando um dos becos da cidade de Goiás) e ilustrações elaboradas pela consagrada artista Maria Guilhermina, orelha de J.B. Martins Ramos, e prefácio de Oswaldino Marques, saudada por Carlos Drummond de Andrade no Jornal do Brasil, a 27 de dezembro de 1980, que Aninha, já conhecida como Cora Coralina, ganhou a atenção e passou a ser admirada por todo o Brasil. "Não estou fazendo comercial de editora, em época de festas. A obra foi publicada pela Universidade Federal de Goiás. Se há livros comovedores, este é um deles." Manifesta-se, ao ensejo, o vate Drummond.

A primeira edição de Poemas dos Becos de Goiás e estórias mais, seu primeiro livro, foi publicado pela Editora José Olympio em 1965, quando a poetisa já contabilizava 75 anos. Reúne os poemas que consagraram o estilo da autora e a transformaram em uma das maiores poetisas de Língua Portuguesa do século XX. Já a segunda edição, repetindo, saiu em 1978 pela imprensa da UFG. E a terceira, em 1980. Desta vez, pela recém implantada editora da UFG, dentro da Coleção Documentos Goianos.

Onze anos depois da primeira edição de Poemas dos Becos de Goiás e estórias mais, compôs, em 1976, Meu Livro de Cordel. Finalmente, em 1983 lançou Vintém de Cobre - Meias Confissões de Aninha (Ed. Global).

Cora Coralina recebeu o título de Doutor Honoris Causa da UFG (1983). E, logo depois, no mesmo ano, foi eleita intelectual do ano e contemplada com o Prêmio Juca Pato da União Brasileira dos Escritores. Dois anos mais tarde, veio a falecer. A 31 de janeiro de 1999, a sua principal obra, Poemas dos Becos de Goiás e Estórias Mais, foi aclamada através de um seleto júri organizado pelo jornal O Popular, de Goiânia, uma das 20 obras mais importantes do século XX. Enfim, Cora torna-se autora canônica.

Saiba mais nestes índice

Por: wikipedia


Fome é o fator que leva a célula tumoral a migrar pelo corpo, diz pesquisador.


Em palestra no 8º Workshop on Melanoma Models, o britânico Colin Goding falou sobre como a escassez de nutrientes pode fazer a célula tumoral parar de se proliferar e adquirir fenótipo invasivo (imagem: Sriram Subramaniam, National Cancer Institute (NCI), 2012/Wikimedia Commons)

O pesquisador britânico Colin Goding está convencido de que o mesmo fator que motivou o primeiro ser vivo unicelular a se movimentar pela Terra – há mais de 3 bilhões de anos – também é a razão pela qual algumas células tumorais se separam do tumor primário para colonizar outras partes do corpo: a busca por comida.

Em seu laboratório, situado no Instituto Ludwig de Pesquisa do Câncer, vinculado à Universidade de Oxford, no Reino Unido, ele demonstrou em experimentos com culturas de melanoma humano que a falta de nutrientes desativa o maquinário de proliferação celular e faz com que as células tumorais adquiram um fenótipo invasivo.

"Nossa estimativa é que a mesma lógica funcione para a maioria dos tipos de câncer e, talvez, possamos encontrar meios de manipular esse mecanismo de sobrevivência celular para obter benefícios terapêuticos", disse Goding em entrevista à Agência FAPESP.

De passagem por São Paulo, onde proferiu no dia 10 de agosto a palestra de abertura do 8º Workshop on Melanoma Models, Goding contou que seu grupo tem usado o melanoma como um modelo para entender a progressão do câncer como um todo.

"É um ótimo modelo porque conseguimos visualizar todos os estágios da doença. Podemos perceber quando as células produtoras de pigmento começam a invadir outros tecidos e formar metástases. Já em outros tipos de tumor, como pulmão ou pâncreas, quando o paciente apresenta sintomas e procura um médico a doença já se espalhou", comentou.

Outro fator que tornou o melanoma um modelo interessante para o estudo do câncer, segundo Goding, foi a identificação, há mais de uma década, de um gene chamado BRAF, que se encontra alterado em metade dos casos da doença – emitindo estímulos para a proliferação descontrolada das células.

"Em poucos anos surgiram drogas capazes de inibir especificamente essa forma ativa do gene BRAF com efeitos dramáticos. Pacientes com múltiplas metástases respondiam muito bem. Porém, após alguns meses, as células se tornavam resistentes. Nossa pergunta então foi: por que essa resistência surge e o que podemos fazer a respeito?"

Transformação do fenótipo

De acordo com Goding, estudo recentes têm mostrado que a resistência do melanoma ao tratamento está relacionada com a existência, dentro de um mesmo tumor, de subpopulações de células com fenótipos diferentes. Ou seja, embora possuam o mesmo background genético, se comportam de forma distinta.

"Algumas podem estar mais diferenciadas e se comportar como o tecido de origem [células produtoras de melanina], outras podem estar se proliferando rapidamente e fazendo o tumor crescer, outras podem estar com o ciclo mais lento e fenótipo invasivo e outras se tornam dormentes e permitem que, mesmo após uma terapia bem-sucedida, a doença reapareça muitos anos depois", explicou Goding.

Um dos objetivos do grupo britânico, portanto, tem sido compreender os fatores que levam ao surgimento desses diferentes fenótipos. Segundo Goding, aspectos do microambiente tumoral, como a disponibilidade de nutrientes, oxigênio e a interação com sinais emitidos pelo sistema imune, são fundamentais para a transformação.

A hipótese levantada pelo britânico é que, diante de uma situação de escassez de nutrientes, ativa-se em parte das células tumorais um mecanismo de sobrevivência que as faz migrar para procurar comida em outro local.

"Além disso, acreditamos que determinados sinais emitidos por células do sistema imune – como as citocinas TNF-α [Fator de necrose tumoral alfa] e TGF-β [Fator de transformação do crescimento beta] – podem induzir um estado de pseudodesnutrição. Nesse caso, mesmo havendo abundância de nutrientes, esses sinais imunes associados à inflamação acionam o mesmo mecanismo induzido pela fome e fazem a célula migrar", explicou o cientista.

Experimentos feitos por Goding com leveduras e também com células de melanoma confirmaram que existe um mecanismo de sobrevivência celular conservado ao longo da evolução. Quando passa fome, a célula reduz sua demanda por nutrientes para se adequar à oferta. Isso significa desativar os processos biológicos necessários para a síntese de proteínas e para a formação de novas células.

Porém, quando a célula tumoral consegue migrar para um novo ambiente, onde há abundância de nutrientes e ausência dos sinais imunes que induzem a pseudodesnutrição, ela volta a se proliferar para formar uma nova colônia.

"Se conseguirmos enganar as células para fazer com que acreditem que os sinais de estresse já foram embora, o maquinário de fazer novas células volta a ficar ativo e elas vão morrer porque a demanda por nutrientes vai exceder a oferta", avaliou.

A manipulação do estado fenotípico da célula tumoral, segundo Goding, poderia, em teoria, evitar tanto a formação de metástase como a ocorrência de futuras recaídas da doença.

"O processo de formação de metástase é muito ineficiente. Deve haver centenas de milhares de células tumorais circulando e algumas poucas conseguem estabelecer uma nova colônia com sucesso. Parte dessas células morre e parte se torna dormente para sobreviver ao estresse associado com a fuga do tumor primário. Se encontrarmos um mecanismo para eliminar a dormência, poderemos reduzir ainda mais o porcentual de células que consegue escapar do tumor primário, sobreviver e formar metástase. Isso é algo que buscamos em meu laboratório, em colaboração com grupos do mundo todo, inclusive o de Silvya Stuchi, no Brasil", contou.

Karina Toledo  |  Agência FAPESP



OPAS/OMS apoia decisão da Anvisa de proibir aditivos para mudar sabor e cheiro de cigarros.

Foto: Shutterstock.com/CatherineL-Prod

O Supremo Tribunal Federal (STF) deve julgar na tarde desta quinta-feira (17) a possibilidade de a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) impedir o uso de aditivos em produtos derivados do tabaco. A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) se manifesta favorável à proibição desses agentes, que são usados para, por exemplo, modificar o sabor e o cheiro de cigarros, tornando-os mais atrativos, principalmente para os jovens.


O Brasil foi o primeiro país no mundo a proibir, em 2012, o uso desses aditivos. Nos anos seguintes, pelo menos 33 outros países baniram produtos de tabaco com flavorizantes. Retroceder nessa medida pode atrapalhar a bem-sucedida trajetória brasileira na redução do número de pessoas que fumam, segundo a agência da ONU.

A maioria dos fumantes começa a consumir produtos de tabaco antes dos 18 anos, o que torna esse público estrategicamente importante para a indústria do tabaco. Um estudo realizado em 2014 nos Estados Unidos demonstrou que 73% dos estudantes da high school (equivalente no Brasil ao ensino médio) e 53% dos alunos da middle school (equivalente ao ensino fundamental) que haviam consumido derivados de tabaco nos últimos 30 dias usaram produtos com sabor.

Atualmente, o Brasil figura como um dos países que tem implementado as principais medidas de controle de tabaco. Como consequência, vem alcançando redução na prevalência de fumantes. Em 1989, pesquisas realizadas no país mostraram que a prevalência de fumantes na população com 18 anos ou mais era de 34,8%. Em 2008, esse índice caiu para 18,5%. Em 2013, a prevalência continuou em queda: 14,7%. Isso significa uma redução de mais de 50% em 24 anos.

A OPAS/OMS baseia suas posições nos acordos internacionais firmados pelos países e na defesa de medidas que sejam fortemente sustentadas por argumentos técnicos e científicos, reconhecidos mundialmente, bem como experiências nacionais bem-sucedidas. Não cabe ao organismo internacional opinar sobre competência jurídica.

Segundo as diretrizes parciais, aprovadas por consenso durante a 4ª Conferência das Partes (COP) em 2010, a regulamentação dos ingredientes destina-se a reduzir a atratividade dos produtos de tabaco podendo, assim, contribuir para diminuir a prevalência do seu uso e a dependência entre usuários novos e contínuos. Recomenda-se aos países que regulamentem, proíbam ou restrinjam colorantes e ingredientes que possam ser usados para melhorar o gosto ou criar a impressão de que sejam positivos para a saúde. O mesmo vale para ingredientes que estejam associados à energia e vitalidade.

Vários países já adotaram medidas para regulamentar a adição desses agentes, como Austrália, Canadá, Estados Unidos, França, Singapura e Tailândia. Na América Latina, a Costa Rica, o Equador, o Panamá e o Uruguai já estão empenhados na regulamentação dos produtos de tabaco e avançam nos processos institucionais necessários para isso.

Por todas as razões destacadas, a OPAS/OMS avalia que a decisão da Anvisa é comprovadamente adequada aos propósitos de defesa da saúde pública e está alinhada às determinações descritas nas diretrizes parciais referentes a regulamentação dos produtos de tabaco, conforme os artigos 9 e 10 da Convenção-Quadro da OMS para Controle do Tabaco (tratado ratificado pelo Brasil em dezembro de 2005).

Organização Pan-Americana da Saúde / Organização Mundial da Saúde

Currículo da rede municipal de SP em 2018 incluirá desenvolvimento sustentável.


Desenvolvimento sustentável será incluido no currículo das escolas de ensino fundamental da rede municipal de São PauloTânia Rêgo/Arquivo/Agência Brasil


As escolas de ensino fundamental da rede municipal de São Paulo incluirão o tema desenvolvimento sustentável no currículo a partir de 2018. De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), parceira da Secretaria Municipal de Educação neste projeto, a cidade é pioneira ao contemplar esta questão com o objetivo de aprendizagem. O material produzido para as aulas – como vídeos e publicações para os professores – foi apresentado hoje (15) em evento na capital paulista.

"O currículo serve para a gente pensar que tipo de sociedade queremos para frente, que tipo de cidadão a gente quer preparar, para que ele possa intervir no mundo em que vive", explicou o secretário de Educação, Alexandre Schneider. A educação faz parte dos Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável (ODS), um conjunto de 17 metas assumidas por 193 estados-membros da Organização das Nações Unidas (ONU) a serem cumpridas até 2030. "É um compromisso que o Brasil assumiu e é um bom guia para esse processo de formação".

Para Felipe Felisbino, coordenador de Educação Ambiental e Temas Transversais da Educação Básica do Ministério da Educação (MEC), a inclusão é um avanço, tendo em vista que os parâmetros curriculares mais antigos apenas sugeriam a abordagem desses temas. "Os ODSs estarão nos objetivos de aprendizagem de cada área de conhecimento. São Paulo dá muitos passos adiante na concepção de um novo currículo, tratando com muita seriedade temáticas sociais e, dentre elas, a principal: sustentabilidade, que perpassa pelo direito humano, pelo consumo sustentável", disse.

Filmes produzidos pela Unesco

A série em vídeo produzida para crianças entre 7 e 11 anos contempla oito dos 17 ODS, entre eles Fome Zero e Saúde Sustentável, Saúde e Bem-estar, Educação de Qualidade e Água Potável e Saneamento. Os filmes têm duração de até dois minutos e meio e foram produzidos pela Unesco no Brasil em parceria com o Ministério do Meio Ambiente e o Ministério da Educação.

A representante interina da Unesco no Brasil, Marlova Jovchelovitch Noleto, que é também diretora da área programática da entidade, destaca que a posição de São Paulo é um exemplo para outros municípios. "Nós percebemos que só existe uma maneira de contribuir para a transformação do mundo e é sempre pela ação. As ideias comovem, mas exemplos arrastam. São eles que efetivamente transformam. Nós nos encarregaremos de ajudar a difundir esse exemplo", disse.

De acordo com Schneider, a comunidade escolar discute agora as mudanças no currículo, mas o tema desenvolvimento sustentável, como é um objetivo de aprendizagem, estará mantido na proposta. A medida envolverá cerca de 450 mil alunos do ensino fundamental.




Edição: Fábio Massalli
Camila Maciel – Repórter da Agência Brasil

CONFERÊNCIA ZONAL ! ZONA LESTE.




A Secretaria Especial de Relações Governamentais e as Prefeituras Regionais da Zona Leste, convida toda Sociedade para a nossa primeira Conferência Zonal .


Participem, mostre a sua e força e fortaleça o seu território.



CELSO HENRIQUES

Coordenador Geral

Secretaria Especial de Relações Governamentais- SERG

chpaula@prefeitura.sp.gov.br



Enviado por: "Celso Henriques"

MEC abre inscrição para 500 mil vagas em cursos gratuitos online




O Pronatec Oferta Voluntária (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego) abriu inscrições para 500 mil vagas gratuitas em cursos de qualificação profissional à distância.

Os interessados, com idade mínima de 15 anos, podem se candidatar até o dia 18/08/17 para mais de 80 cursos.

As inscrições são tanto para quem está no ensino médio como para quem já concluiu, também poderão participar pessoas que já estão no mercado e querem uma qualificação complementar.

São mais de 80 cursos oferecidos por instituições privadas de educação profissional e tecnológica. Os cursos têm duração de 160 horas e são focados em uma área de atuação específica. As aulas serão ministradas de julho a novembro, totalmente on-line.

Segundo o MEC, ainda este ano serão ofertadas mais vagas dentro do programa: pelo menos 500 mil em agosto e outras 500 mil em outubro, além das que serão abertas em 2018.

As inscrições devem ser feitas no Sistema Nacional de Informações da Educação Profissional e Tecnológica (Sistec).
Sobre o Pronatec


O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), é composto por cinco iniciativas:

· Expansão da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica;

· Programa Brasil Profissionalizado, por meio do qual o governo federal repassa recursos aos governos estaduais para equipagem de laboratórios e construção, reforma e ampliação de escolas técnicas estaduais;

· Rede e-Tec Brasil, por meio da qual são ofertados cursos técnicos e de qualificação profissional, na modalidade à distância;

· Acordo de Gratuidade com o Sistema S, por meio do qual o SENAI, SENAC, SESC e SESI, passaram a aplicar os recursos recebidos da contribuição compulsória em cursos gratuitos oferecidos para estudantes de baixa renda e trabalhadores;

· Bolsa-Formação, por meio da qual o governo federal oferta cursos técnicos e de qualificação profissional gratuitos, em instituições que atuam na educação profissional e tecnológica.

Clique aqui para se inscrever no  Sistema Nacional de Informações da Educação Profissional e Tecnológica (Sistec).
Bons estudos!


https://canaldoensino.com.br/blog/mec-abre-inscricao-para-500-mil-vagas-em-cursos-gratuitos-online


Por: Redação em: Profissionalizantes

"Informação causa mudanças." Flavia Loureiro

"Aprender a fazer uso do que não se tem" Flavia Loureiro

16º CONCURSO "ACELERA STARTUP" - ETAPA SOROCABA.


Imagem: acelerafiesp

Paulo Skaf, Presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), convida para o

16º CONCURSO
ACELERA STARTUP

ETAPA SOROCABA

 

Não perca esta chance de apresentar sua empresa ou projeto para mentores e investidores. Aproveite as melhores oportunidades de networking, mentoria e investimento para acelerar seu negócio!


INSCRIÇÕES GRATUITAS ATÉ 11 DE AGOSTO!
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01 E 02 DE SETEMBRO DE 2017
Das 08h às 18h (sexta-feira)
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Escola Senai Luiz Pagliato
Av. Itavuvu, 6515 – Jardim Santa Cecília – Sorocaba/SP

Informações: acelerafiesp@fiesp.com.br


NASCIMENTO DO HIP HOP EM NOVA YORK em 11 de agosto de 1973.


Imagem: extranoise (http://www.flickr.com/photos/extranoise/196480079/) [CC BY-SA 2.5], via Wikimedia Commons


Como qualquer estilo de música, o hip hop tem suas raízes em outros ritmos e sua evolução foi moldada por vários artistas ao longo do tempo. Mas, pode-se dizer que o gênero nasceu precisamente no dia 11 de agosto de 1973, em uma festa de aniversário no salão de festas de um prédio no Bronx, em Nova York. O homem responsável por esse marco histórico no número 1520 da avenida Sedgwick era o irmão da aniversariante, Clive Campbell, mais conhecido na história como DJ Kool Herc, fundador do hip hop.

Nascido e criado até os dez anos de idade em Kingston, na Jamaica, DJ Kool Herc começou a girar discos em festas e tocava entre os sets da banda de seu pai quando ainda era adolescente, no início dos anos 70, no Bronx. Herc começou imitando o rap dos jamaicanos, mas com o tempo passou a utilizar dois discos para fazer a típica transição caraterística do hip hop. Este movimento foi batizado por ele como Merry Go-Round e, hoje, é conhecido como o "break beat".

No verão de 1973, o DJ Kool Herc já era um nome de peso no "break beat", mas o aniversário de sua irmã o colocou à frente de seu maior público até então, com o sistema de som mais potente com o qual já trabalhara. O sucesso da festa deu início a uma revolução musical popular, seis anos antes de o termo "hip hop" ser inventado.

Por: seuhistory

Clique na imagem a seguir e assista ao Doodle do "Hip Hop".